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Como escolher e contratar uma administradora

O síndico pode contratar uma pessoa física ou jurídica para auxiliá-lo na administração do condomínio. Devido à complexidade de suas funções, é recomendável que o faça.

Às vezes, o barato sai caro, ou seja, deixar de contratar uma administradora para economizar determinada quantia poderá se mostrar, no futuro, uma postura muito mais dispendiosa, se houver algum erro ou omissão.

O síndico deverá convocar a assembléia apresentando aos condôminos uma administradora de sua confiança, relacionando o tipo de prestação de serviços, honorários cobrados e prazo do contrato.

Contudo, uma administradora deve ser bem escolhida, para que ela, em vez de solução, não seja um problema a mais. Aqui vão alguns cuidados para escolher uma administradora:

  • Peça proposta para três empresas;
  • Consulte empresas indicadas por síndicos ou condôminos satisfeitos;
  • Leia com atenção o contrato a ser assinado, o rol de serviços prestados, etc.;
  • Desconfie de honorários muito baixos;
  • Desconfie daquelas que difamam outras administradoras;
  • Peça uma lista de alguns condomínios administrados, com nome e telefone dos síndicos, e ligue para alguns;
  • Visite a empresa e seu site antes de contratá-la;
  • Verifique com quem a empresa trabalha (bancos, fornecedores);
  • Verifique o capital social, o quadro societário e o objeto social da empresa;
  • Verifique se a empresa tem sede própria;
  • Verifique qual a forma de rescisão contratual prevista;
  • Discuta com o conselho antes de se decidir por esta ou aquela empresa;
  • Opte por empresas com boa administração de recursos humanos, que tenha bons profissionais;
  • Verifique se a empresa opera pelo sistema de conta pool, em que o dinheiro do condomínio fica na conta bancária da administradora, ou pelo sistema de conta bancária própria para cada condomínio. Escolha o que melhor atenda às necessidades do condomínio;
  • Verifique se o demonstrativo financeiro é feito em bases correntes (de 1 a 30/31 de cada mês), de modo a coincidir com a movimentação financeira do condomínio. Esse expediente também facilita o controle dos recursos;
  • Analise os pequenos detalhes do contrato. Exemplos: sistema de cobrança de condôminos atrasados (se tem advogado próprio, se é obrigatório recorrer ao advogado da administradora); sistema empregado para compra de materiais (se permite que moradores apresentem orçamentos ou indiquem empresas);
  • Observar se no contrato há cláusula especificando que a administradora é responsável pelo pagamento de multas ou despesas extras decorrentes de seus erros. Exemplo: se não recolher o FGTS dos funcionários ou qualquer outro encargo ou tributo no prazo, deve arcar com as multas;
  • Solicitar um modelo de demonstrativo financeiro da administradora;
  • Verificar se a administradora tem estrutura para assessorar o síndico na cotação de serviços extras;
  • Checar se a taxa de administração é aplicada sobre a despesa ou a receita e avaliar o que seria mais conveniente para o condomínio;
  • Dê preferência a uma administradora associada ao SECOVI-SP;
  • Opte por empresas que dêem valor para qualidade. O SECOVI-SP certifica todos os anos, pelo PQE – Programa Qualificação Essencial -administradoras de condomínio. Peça uma cópia atualizada do certificado;
  • Verifique todas as certidões da empresa (CNPJ, CND da Receita Federal, Protestos etc.) e de seus sócios. Sempre peça cópias atualizadas;
  • Analise a experiência da administradora e verifique quanto tempo de atuação ela possui nesta área.

Ao síndico caberá a escolha da empresa administradora, a qual deverá ser aprovada pela assembléia geral de condôminos, mediante votação de praxe. Tal escolha deve basear-se na confiança recíproca. Sendo alcançada a aprovação, será o síndico a pessoa competente para assinar o contrato de prestação de serviços em nome do condomínio.

É decisão de competência do síndico a rescisão do contrato com a administradora. Porém, ainda que seja dispensável a realização de assembléia para tanto, o síndico deverá ser cauteloso na tomada de decisão, eis que a mesma poderá ter fortes repercussões econômicas. No caso, o contrato entre as partes servirá de parâmetro para a rescisão, como é exemplo a definição do prazo de aviso prévio, usualmente fixado de 30 (trinta) a 60 (sessenta) dias.

O art. 1.348, § 2°, do novo Código Civil trouxe a inovação de que o síndico pode transferir, total ou parcialmente, para a empresa administradora, não somente as funções administrativas, como também os poderes de representação, tudo mediante aprovação da assembléia, salvo se o contrário dispuser a Convenção. Vale dizer que o mais usual é a ocorrência da mera delegação das funções administrativas.

Especificamente sobre o assunto, o SECOVI-SP editou o “Guia de orientação para escolha de uma administradora de condomínios”, cuja leitura é recomendada.

Fonte: Secovi

Como projetar um Backyard Flower Garden Pequeno Para Prédios

Um jardim cheio de flores coloridas podem ajudar a elevar o humor. Você não precisa de muito espaço de terra para um jardim de flores. Uma pequena área em seu quintal será suficiente, proporcionando um retiro onde os condôminos podem relaxar e descontrair com a natureza, e apreciar os pássaros e borboletas que vão visitar o seu jardim.

Coisas que você precisa

  • Trena
  • Giz em pó
  • Papel de gráfico
  • Lápis
  • Borracha
  • Flores
  • Containers
  • Latada
  • Dicas

1. Deliberar sobre o tamanho do seu quintal flor do jardim, se você quiser usar apenas uma parte do seu quintal, ou toda a área. Você pode fazer uma área de jardim quadrado, retangular ou circular. Medir a área para que você possa projetá-lo com precisão sobre o papel.
2. Crie o seu jardim de flores em papel milimetrado. Decida quantas camas flor que você quer, como as pessoas irão acessar seu jardim, como você vai regar as plantas, o que você precisa espaçamento entre canteiros e onde colocar caixas de plantas ou carrinhos da planta, se houver.

Mantenha canteiros longos e estreitos, para que não ultrapassem a largura ideal de 2 a 3 metros. Camas qualquer mais amplo tornar difícil para acessar as flores plantadas no meio de capina, rega e colheita.
Planejar o acesso ao seu jardim de flores. Isso não tem que ser extravagante e caro; paralelepípedos simples, cascalho ou pedra caminhos fará.

3. Determinar o quanto a luz solar atinge a área demarcada para o seu jardim de flores, assim você pode comprar flores em conformidade. Algumas flores precisa de sol pleno, alguns prosperam na luz solar parcial, outros preferem principalmente sombra. Verifique a área em diferentes momentos do dia para estimar quantas horas de sol torna-se global.

4. Compre uma combinação de flores altas e curtas. As plantas altas podem incluir girassóis, delphiniums, dedaleira e gladíolos, enquanto os mais curtos podem incluir amores-perfeitos, cravo de defunto, violetas e zínias. Visite o seu berçário local e selecione flores que apelar para você.

Para um design agradável para o seu jardim de flores, plantar as flores altas na parte de trás dos canteiros, com os mais curtos na frente. Também plantar trepadeiras floridas sobre uma cerca, se houver, para cobri-lo e adicionar cor.

5. Incorporar treliças na parte de trás de seu jardim de flores para adicionar mais vegetação ao espaço limitado. Treliças servir como paredes verticais, incentivando as plantas a crescer para cima sobre eles e liberando espaço no solo. Você pode comprar uma treliça simples a partir de um centro de abastecimento jardim, ou fazer um você mesmo a partir de fios, postes de madeira ou tubos de PVC.

Adicionar caixas de plantas e recipientes para o seu jardim de flores para criar interesse visual em diferentes níveis. Você também pode pendurar vasos de flores contra uma parede com ganchos.

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Justiça proíbe que ruas sejam fechadas em SP

Vilas e vias sem saída que têm portões desde antes da decisão continuam com acesso restrito

A Justiça proibiu que ruas sem saída e vilas de São Paulo sejam fechadas por portões como se fossem “condomínios” em espaço público. Os desembargadores do Órgão Especial do Tribunal de Justiça decidiram, em 30 de julho, que o decreto municipal de 2010 que criou regras para o fechamento de vias é inconstitucional. Segundo o relator do acórdão, Arantes Theodoro, a medida foi proposta pelo Poder Legislativo, quando o correto seria uma lei criada pelo Executivo.

Vilas e ruas sem saída que têm portões desde antes da decisão continuam com o acesso restrito. No entanto, novos pedidos feitos à prefeitura serão negados. Ruas que já tinham os equipamentos antes da decisão do TJ podem continuar restringindo a entrada de carros, afirmou em nota o desembargador Theodoro.

A Procuradoria-Geral de Justiça entrou com um embargo de declaração para tentar modificar a decisão do Tribunal de Justiça. O órgão quer que a proibição tenha validade não só para os novos pedidos como também nas ruas que já foram fechadas. Caso consiga reverter a situação, os moradores desses locais terão de abrir os portões e cancelas para qualquer veículo, assim como para pedestres.

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A Procuradoria da Câmara Municipal de São Paulo disse que também “pretende recorrer da decisão”. A prefeitura afirmou que estuda o assunto na Procuradoria-geral do Município. Ainda não há uma definição se o Executivo vai elaborar uma nova lei sobre o assunto.

Tranquilidade. Em bairros como Perdizes e Barra Funda, na zona oeste, não é difícil encontrar as ruas fechadas com portões. Foi a sensação de segurança de um desses “condomínios” que atraiu o chileno Samuel Perman, de 31 anos, que vive com a família em uma travessa da Alameda Olga.

Por mais que não seja um condomínio oficial, oferece mais segurança para a gente. Foi isso que me atraiu a alugar uma casa aqui. A sensação de segurança de conhecer os vizinhos, saber que todo mundo respeita o espaço também faz diferença.

A rua sem saída tem 24 casas, portão eletrônico e não dá acesso para pedestres. Segundo moradores, uma vez por mês é recolhida uma taxa de R$ 20 da vizinhança para fazer a manutenção do portão e outros serviços de zeladoria dentro do local. No interfone há até uma identificação para que quem for até o local procure diretamente o caseiro.

Praticamente na mesma quadra, a Vila Ângela é outro local do bairro com portão eletrônico e sem acesso para pedestres. A AES Eletropaulo, a Sabesp e os carteiros dos Correios têm chaves para entrar no local. Ao todo são 16 casas que também tem interfone.

O responsável por manter o local em ordem é o advogado Antonio Carlos Gândara Martins, de 73 anos. Mesmo não morando mais na vila, ele afirma ter um “vínculo afetivo”.

— Nasci dentro desse local, me mudei, voltei novamente e hoje moro do lado de fora outra vez. Eu me apeguei e faço questão de ajudar os moradores.

Ele disse que costuma gastar R$ 500 todos os meses com a manutenção do local e defende que a rua seja fechada também para pedestres.

— Como a rua não tem saída, acaba atraindo usuários de droga e criminosos. Esse tipo de local é bem mais vulnerável do que uma rua convencional. Os moradores ficam indefesos sem o portão.

Processo

A Ação Direita de Inconstitucionalidade foi colocada pela Procuradoria-Geral de Justiça do Ministério Público de São Paulo. No pedido, o órgão alegou que o fechamento de ruas é inconstitucional, porque desrespeita a circulação livre, “usufruto dos bens públicos de uso comum” e que a elaboração da lei não teve participação popular.

No entanto, os desembargadores que decidiram por tornar ilegal o fechamento de ruas concordaram apenas com a irregularidade na forma como a lei foi elaborada. A Constituição do Estado de São Paulo diz que esse tipo de medida deve ser elaborado pelo Executivo e não pelo Legislativo, como é o caso da lei julgada como inconstitucional.

Fonte: R7 Estadao

 

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O que fazer após o fim do prazo de autovistoria – Rio Janeiro

A prefeitura já começou, este mês, a fiscalização nos edifícios do Rio. Os condomínios que ainda não realizaram a autovistoria predial poderão ser multados mês a mês até que apresentem o Laudo Técnico de Vistoria Predial (LTVP). O valor da multa é de cinco vezes o valor do IPTU, no entanto, de acordo com dados da Secretaria Municipal da Casa Civil, até o último dia do prazo de regularização, 30 de junho, apenas cerca de 16,5 mil dos 270 mil edifícios da cidade tinham apresentado o documento. Este número equivale a 6,1% do total. A data, que já foi prorrogada por seis meses, não deve ser estendida novamente.

David Gurevitz, engenheiro e diretor da Delphi, ressalta que mesmo com o fim do prazo, as exigências continuam as mesmas. “É necessário vistoriar toda a estrutura do edifício, como subsolo, fachadas, esquadrias, empenas, marquises e telhados. Também devem ser verificados as instalações elétricas, hidráulicas, sanitárias, eletromecânicas, de gás, de prevenção a fogo e escape, além de obras de contenção de encostas”, explica o engenheiro.
O diretor da Delphi  diz, ainda, que o cumprimento da inspeção predial é fundamental para a segurança das edificações. Além disso, contribui para a valorização do prédio. “A multa já pode ser aplicada desde o dia 1º de julho. Por isso é importante realizar a autovistoria o quanto antes. Mas é necessário ter atenção na hora de escolher a empresa para fazer o serviço. É importante que ela conte com uma equipe multidisciplinar, que inclua engenheiros civis, elétricos e mecânicos registrados no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea). Assim, na hora do trabalho cada um pode cumprir seu papel, visando a eficiência e qualidade do serviço como um todo”, lembra David.
Além de realizar a autovistoria nas instalações e equipamentos dos edifícios, com uma equipe multidisciplinar, conforme determinação da Lei Estadual 6.400, a Delphi Engenharia e Medicina do Trabalho fornece completa assistência aos administradores  e síndicos, com o apoio direto de profissionais especializados para apresentar a necessária orientação antes, durante e após o recebimento do LTVP.
Responsabilidade
Os síndicos e administradores dos prédios são responsáveis pela contratação dos profissionais e por comunicar à Secretaria Municipal de Urbanismo que o prédio está em condições adequadas de conservação, estabilidade e segurança. Essa comunicação deve ser feita através de formulário disponível nos sites da Prefeitura (www.rio.rj.gov.br) e da Secretaria (www.rio.rj.gov.br/web/smu). Os laudos devem ser guardados por 20 anos.
Estão isentos da obrigação de realizar a autovistorias as unidades residenciais unifamiliares ou bifamiliares. Ou ainda os que obtiveram o habite-se nos últimos cinco anos. Imóveis de dois pavimentos e área total construída de menos de mil metros quadrados e/ou situados em Área de Especial Interesse Social também não precisam de autovistoria.
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Ladrões tentam fugir com R$ 70 mil de condomínio e são impedidos por funcionários e moradores

Para entrar, suspeito conseguiu enganar o zelador; dupla entrou em imóveis de comerciantes

Ladrões arrombaram dois apartamentos e pegaram R$ 70 mil em dinheiro nacional e estrangeiro Reprodução/Rede Record

Funcionários e moradores conseguiram imobilizar ladrões que faziam um arrastão em um condomínio de alto padrão na Aclimação, bairro da zona sul de São Paulo. Os bandidos foram impedidos de fugir quando já carregavam mais de R$ 70 mil.

Para entrar no prédio, os ladrões conseguiram enganar o zelador. Um dos bandidos disse que estava hospedado no apartamento de um morador e até tinha a chave. O zelador acreditou e abriu o portão. Os criminosos foram até o sétimo e o oitavo andares e arrombaram dois apartamentos.

Eles pegaram R$ 57 mil, US$ 7.000, além de cédulas do Japão, Coreia e Singapura e algumas joias e bijuterias. Os donos são comerciantes chineses e sul-coreanos que não estavam em casa. Depois que liberou a entrada, o zelador desconfiou da dupla.

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O funcionário, que preferiu não se identificar, passou a observar a movimentação dos dois homens pelas câmeras de segurança. Quando percebeu que eles saíram com objetos na mão, impediu que deixassem o prédio.

— Ficamos na portaria olhando pelos monitores para ver a que horas eles iam descer. Foi quando eles desceram pela entrada de serviço. E embaixo, nós interceptamos eles e não deixamos eles escaparem.

Ao tentar fugir, um dos ladrões levou um choque. Ele encostou na cerca elétrica do condomínio. Um auxiliar de limpeza do prédio e vizinhos ajudaram a imobilizar os dois suspeitos. Depois de reconhecer a falha, o zelador disse que não deixaria os bandidos fugirem.

— Eu estava preparado para qualquer coisa que fosse acontecer. Já estava ciente do que poderia acontecer comigo também. [...] Eu não poderia deixar eles saírem com os percentes.

Os ladrões disseram que pretendiam entrar em um terceiro apartamento. Duas motos e um carro aguardavam pela dupla do lado de fora do edifício.

Assista ao vídeo:

Festa em condomínio tem 13 TVs e ‘mordomias’ para ver Brasil x México

Empresa fez churrasco em SP; sensação é de estar dentro de mostruário.

Evento de demonstração de aparelhos reuniu mais de 700 pessoas.

Gustavo PetróDo G1, em São Paulo
Evento em São Paulo reuniu 700 pessoas para demonstração de eletrônicos durante Brasil x México (Foto: G1)
Evento em São Paulo reuniu 700 pessoas para
demonstração de eletrônicos durante Brasil x México
(Foto: G1)
Evento em São Paulo reuniu 700 pessoas para demonstração de eletrônicos durante Brasil x México (Foto: G1)
Brasil x México foi exibido em 13 TVs Não há nada melhor do que reunir os amigos para fazer um churrasco e assistir ao jogo da seleção na Copa do Mundo. Mesmo que Brasil x México tenha terminado sem gols, nesta terça-feira. Em um condomínio na Mooca, Zona Leste de São Paulo, a partida teve alguns mimos eletrônicos. Foram cortesia de uma empresa, em um tipo de evento que vem se tornando cada vez mais comum.

É uma reunião de demonstração de eletrônicos, na qual 700 pessoas assistiram à partida, comeram churrasco, beberam e concorreram a prêmios, tudo de graça. Tiveram também acesso a lançamentos de produtos da empresa, de TVs a videogames, incluindo um televisor 4K. A sensação é a de estar dentro do mostruário de uma loja.

Neste tipo de evento que mistura churrasco e Copa, os produtos estão à venda e podem ser comprados na hora. É comum também ter algum incentivo para levar os aparelhos para casa. Desta vez, os convidados tinham até 30% de desconto.

Mesmo com um jogo morno e o empate sem gols, a turma estava muito animada, gritando a cada chute perdido do Brasil e se desesperando a cada boa chance do México. O que valia era torcer e ficar ligado em uma das 13 TVs e em um telão que mostravam a partida.

Oito delas, inclusive uma 4K ficaram em uma quadra coberta, duas numa quadra aberta onde as crianças ficaram jogando bola e espiando a seleção, duas rodando o game oficial da Copa no PlayStation 3 e uma numa área externa para quem queria fugir do tumulto.

Com ou sem barulho
Delazir Parra Poputz, de 74 anos, decidiu tentar ver o jogo em um ambiente mais calmo da festa. Ao redor de um monte de marmanjos esbravejando contra a seleção, ela permanecia quieta e focada. “Estou concentrada no jogo, lá dentro tem muito barulho”, disse, antes do final da partida, que ela gostaria que tivesse terminado em 1×0 para o Brasil.

A opinião é a mesma do síndico do condomínio. “Juntou muita gente, temos mais de 700 pessoas na quadra e é bom ver todos unidos e curtindo a Copa“, contou Mauro Possato, 41 anos. João Francisco Alemeida Kill, de 17 anos, gostou da ideia. “Tem muita TV para ver o jogo, mas gostei mais dos celulares”, contou Kill, antes de ir jogar games.

 

Advertências e multas em condomínios: saiba como elaborar e aplicar

Auxiliares, assistentes e gerentes poderão aprender técnicas em curso da Universidade Secovi. Aulas acontecem dias 3 e 5/6. Inscrições abertas

As melhores técnicas para a elaboração e o envio de multas e advertências em condomínios serão ensinadas em curso da Universidade Secovi, nos dias 3 e 5/6, das 9 às 12 horas, em suas instalações. Voltado a auxiliares, assistentes e gerentes de condomínio sem formação jurídica, o curso está com inscrições abertas.

O programa foi estruturado para preparar os alunos a utilizarem corretamente as advertências e multas, seguindo uma estrutura de elaboração determinada, a fim de evitar problemas futuros ao condomínio e possibilitar, quando for o caso, a sua cobrança por via judicial. Funcionários responsáveis por redigir esses documentos devem ter conhecimento e cuidado, além de capacidade de usar linguagem escrita clara para atingir uma comunicação objetiva.

O curso será ministrado pelos docentes Marco Gubeissi, diretor de Administradoras da vice-presidência de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP, sócio da Verti Administração e Assessoria Imobiliária, com certificações internacionais em administração de propriedade; e Michel Rosenthal Wagner, advogado e membro técnico do Conselho Jurídico da vice-presidência de Administração Imobiliária e Condomínios.

Confira o programa completo do curso em www.universidadesecovi.com.br. As inscrições podem ser feitas pelos telefones (11) 5591-1304 a 1308 ou pelo e-mail universidade@secovi.com.br.

O curso vale 25 pontos no PQE (Programa Qualificação Essencial) do Secovi-SP, para os segmentos de Administração de Condomínios e Associações de Adquirentes de Lotes, além de pontuar para a certificação eAC (Especialista em Administração Condominial).

Curso: Advertências e multas em condomínios – Procedimentos para elaboração e envio

Quando: 3 e 5/6 (terça e quinta-feira), das 9 às 12 horas.

Onde : Universidade Secovi – Av. Brigadeiro Luís Antônio, 2.344 – 10º andar – SP. Próximo à estação Brigadeiro do Metrô.

Inscrições: (11) 5591-1304 a 1308 ou universidade@secovi.com.br

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Custo do condomínio pode cair 5% se moradores pouparem água

Desconto de 30% no valor da conta de água a quem economizar beneficiará também moradores de condomínios no estado de São Paulo

LUANA FISCHER
Condomínio

Condomínio: água é o segundo custo que mais pesa na conta do condomínio

São Paulo – O custo do condomínio no estado de São Paulo pode cair entre 4,5% e 5% caso os moradores consigam reduzir em pelo menos 20% o consumo de água, estima a empresa de administração condominial Lello.

Isso deve ocorrer porque, no dia 1º de fevereiro, a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) anunciou redução de 30% no valor da conta de água para consumidores abastecidos pelo Sistema Cantareira que diminuíssem o consumo mensal em pelo menos 20% em relação à média dos últimos 12 meses.

Segundo a Sabesp, o Cantareira abastece 8,1 milhões de habitantes das zonas norte, central, parte da leste e oeste da capital e os municípios de Franco da Rocha, Francisco Morato, Caieiras, Osasco, Carapicuíba e São Caetano do Sul, além de parte de Guarulhos, Barueri, Taboão da Serra e Santo André.

Veja algumas dicas da administradora para reduzir o consumo de água:

Cozinha

- Antes de lavar pratos e panelas, limpe bem os restos de comida e jogue-os no lixo;

- Só ligue a máquina de lavar louça quando estiver com sua capacidade total;

- Ao lavar louça, ensaboe tudo que tem que ser lavado e, então, abra a torneira novamente para novo enxágue;

- Deixe as verduras em água com um pouco de vinagre por alguns minutos antes de lavar.

Banheiro

- Mantenha a torneira fechada enquanto escova os dentes;

- Não tome banhos demorados;

- Não utilize o vaso sanitário como lixeira, jogando papel higiênico ou cigarros. Consome-se de 6 a 10 litros de água ao acionar a válvula de descarga por seis segundos.

Área de serviço

- Utilize a máquina de lavar somente quando estiver na capacidade total. Uma lavadora de cinco quilos consome 135 litros de água a cada uso;

- Para roupas lavadas à mão, deixe-as de molho e use a mesma água para esfregar e ensaboar;

Jardim e varanda

- Regue as plantas de manhã cedo ou à noite para evitar o desperdício causado pela evaporação;

- Use um regador para molhar as plantas em vez de utilizar a mangueira.

Nas áreas comuns do condomínio

- Reveze limpeza com mangueira e vassoura. Procure usar mangueiras para lavar a área comum no máximo duas vezes por semana;

- Instale dispositivos de economia em torneiras e duchas da área comum;

- Preste atenção em oscilações repentinas no valor da conta de água: elas sinalizam vazamentos.

Os imóveis que tiverem direito ao desconto serão avisados na própria conta de água.

De acordo com a Lello, a água representa a segunda maior despesa dos prédios, atrás apenas da folha de pagamento dos funcionários (incluindo encargos), respondendo por 15% a 17% dos gastos do condomínio.

Para a conta global do condomínio, diz a empresa, a redução será expressiva. Considerando um prédio de 64 apartamentos, dois elevadores e seis funcionários, por exemplo, o valor mensal do gasto com água é de 4.500 reais. A economia com o desconto oferecido pela Sabesp, que durará até setembro deste ano, pode totalizar 16.200 reais.

A Lello lembra que, para se valer do benefício, os moradores devem se conscientizar de fazer a sua parte, uma vez que a maioria dos condomínios não possui medição individual de água.

Fonte: Exame

Individualização de Agua

 

Antes de reformar, informe-se sobre as regras do condomínio

Normas variam de cidade para cidade, mas condomínios podem estabelecer novos limites de horário e barulho para os trabalhos

Marteladas ao longo do dia, muita poeira levantada, rachaduras e vazamentos. Uma reforma pode trazer uma série de problemas não apenas para o proprietário, como também para as pessoas que moram ao redor do local onde a obra é executada. E para evitar inimizades com a vizinhança, é bom estar atento às leis e dicas que ajudam a minimizar esses problemas.

A legislação deste setor varia de acordo com o município, informa Edwin Brito, secretário da Comissão de Direito Urbanístico da OAB/SP. Na cidade de São Paulo, as intervenções não podem ser feitas fora do horário comercial, ou seja, antes das 7h e depois das 22h. Os limites de barulho aceitáveis também variam. Na capital paulista, ele é de 50 decibéis durante o dia, e de 45db fora do horário permitido.

“No caso de condomínios, parâmetros diferentes podem ser determinados. Por este motivo, é importante consultar a convenção do local antes de iniciar os trabalhos. Além disso, alguns não permitem alterações na fachada. Caso a pessoa desrespeite isso, estará sujeita a multa e terá de fazer a reparação do erro”, diz o advogado.

Ele ainda recomenda que o síndico seja comunicado a respeito da obra, pois haverá a entrada de pessoas estranhas no local, que ficarão sob responsabilidade daquele que as contratou. Outra boa dica é conversar com os responsáveis pelos apartamentos que ficam no mesmo andar. Assim, você poderá se informar sobre os melhores horários para realizar as intervenções, ver se moram idosos ou crianças nos apartamentos vizinho e se estes imóveis já contam com algum problema estrutural que pode ser atribuído a você por conta da obra.

“Caso a intervenção no vizinho resulte em danos no seu apartamento, como rachaduras e vazamentos, você poderá ser ressarcido por ele. O primeiro passo é procurar o morador ao lado. Caso não resolva, você pode recorrer ao síndico ao até à Justiça, que também pode estabelecer multas e novos limites de horário e barulho”, finaliza Brito.

Fonte:Terra