Placa Sinalização Energia

Placa Sinalização Quadro De Força Plastico

Placa Sinalização Quadro De Força Plastico

 

Placa Sinalização 220 Volts Contém 16 Peças Aluminio

Placa Sinalização 220 Volts Contém 16 Peças Alumínio

 

Placa Sinalização Perigo De Vida Alta Tensão Aluminio

Placa Sinalização Perigo De Vida Alta Tensão Alumínio

Placa Sinalização Quadro De Luz Plastico

Placa Sinalização Quadro De Luz Plastico

 

Placa Sinalização Liga Desliga Aluminio

Placa Sinalização Liga Desliga Aluminio

 

Placa Sinalização Perigo Cerca Elétrica Plastico

Placa Sinalização Perigo Cerca Elétrica Plastico

 

Placa Sinalização 440 Volts Plastico

Placa Sinalização 440 Volts Plastico

 

Placa Sinalização Perigo 440 Volts Plástico

Placa Sinalização Perigo 440 Volts Plástico

 

 

Placa Sinalização Perigo  220 Volts Plastico

Placa Sinalização Perigo 220 Volts Plastico

 

Placa Sinalização Perigo 127 Volts Plastico

Placa Sinalização Perigo 127 Volts Plastico

 

Placa Sinalização Perigo 110 Volts Plastico

Placa Sinalização Perigo 110 Volts Plastico

Placa Sinalização Perigo De Morte Alta Tensão Aluminio

Placa Sinalização Perigo De Morte Alta Tensão Aluminio

Placa Sinalização 110 Volts Plastico

Placa Sinalização 110 Volts Plastico

 

 

 

Sistema Linear HCS

Controle Remoto Linear Hcs

Um dos melhores sistemas de controle de acesso para veículos e pedestre é o sistema Linear HCS.

Sua Instalação é Simples e Fácil – 1 Modulo fica na Guarita (aonde o porteiro pode ver quem está chegando). A receptora fica na “Folha” do Portão, o cabo ip “azul de rede de computador” interliga os o dois.

Assim o morador acionando o controle remoto 433  - Dispara um Sinal para a receptora, que pode ou não abrir o portão automaticamente e mostra para o porteiro (no modulo) quem está chegando.

Além de carros, o sistema permite controle de pedestre – tanto para academia, como portas de entrada.

Maiores Informações:

www.lojadosindico.net

Controle de Veiculos Linear HCS

Controle de Veiculos Linear HCS

Chaveiro Linear HCS Controle de Entrada  Pedestre

Chaveiro Linear HCS Controle de Entrada Pedestre

 

 

 

 

 

 

 

Modulo Linear Hcs  - Ideal para Condomínios

Modulo Linear Hcs – Ideal para Condomínios

 

Controle de veiculos Linear HCs

Controle de veiculos Linear HCs

 

Controle Remoto Linear 3 Botões

Controle Remoto Linear 3 Botões

Controle Remoto Linear Hcs

Controle Remoto Linear Hcs

 

Modelo Novo: COntrole Remoto 3 Botões Branco Linear HCS

Modelo Novo: COntrole Remoto 3 Botões Branco Linear HCS

 

Modulo Linear Hcs  - Ideal para Condomínios

Modulo Linear Hcs – Ideal para Condomínios

 

 

 

 

 

Receptora Linear HCS

Receptora Linear HCS

 

MANUAL DE PROGRAMAÇÃO DO MÓDULO GUARITA HCS 2005

O objetivo é, após ter sido feita a instalação física do sistema, seja possível utilizar as funções disponíveis no equipamento como: cadastrar, editar e apagar controles remotos, cartões de acesso e TAGs ativos, mostrar no display imediatamente nomes de moradores, portões, blocos de apartamentos, funções de pânico e desperta porteiro, entre outros. A programação pode ser feita de várias maneiras: – utilizando as próprias teclas do painel do Módulo Guarita, com inclusão de caracteres alfanuméricos; – com auxílio de teclado padrão PS/2 para maior facilidade de digitação; – através de um computador padrão PC com porta serial disponível e com o programa Modulo de Guarita Linear HCS Modelo: 2010

foto Modulo de Guarita Linear HCS Modelo: 2010

Atestado ParaRaio – Elétrica Nr 10

Inspeção dos pára-raios

Inspeção dos pára-raios

O Brasil é um dos países com maior incidência de raios no mundo, cerca de 70 milhões de ocorrências por ano, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). A intensidade é maior no período de chuvas, por isso, é importante saber como se proteger desse risco.

Melhores Empresas de Treinamento Brigada Incêndio Cipa, PPRa para Condomínios

Melhores Empresas de Treinamento Brigada Incêndio Cipa, PPRa para Condomínios

O topo dos prédios, que nem sempre recebe a atenção necessária, é uma área que necessita de cuidado especial, sendo o pára-raio, ou Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA), um de seus principais equipamentos. 

Saiba porque é importante a instalação de um e como deve ser feita a manutenção.


Riscos

Quando um raio atinge um edifício protegido, a descarga elétrica percorre o pará-raio, atinge o sistema de cabos e segue até atingir o solo. Sem a proteção, ou com projeto inadequado, o raio pode danificar a estrutura do edifício e percorrer as instalações elétricas. A falha do SPDA também põe em risco os condôminos que estiverem circulando pelas dependências do condomínio no momento da queda do raio.

Deve-se atentar também para a questão do seguro do prédio. Um sistema inadequado de SPDA pode gerar problemas na hora de receber a cobertura da seguradora.

Outro ponto importante é quanto à instalação de antenas de TV por assinatura. Embora, normalmente, os condôminos utilizem antenas coletivas, um ou outro pode fechar com alguma operadora. Quando isso ocorre, os técnicos da empresa geralmente optam por instalar a antena no topo do prédio. Isso precisa de acompanhamento do síndico, pois esta antena precisa estar aterrada, conectada ao sistema de pára-raio. O síndico deve verificar também se estão fazendo uma base para fixação da antena, furar a laje, nem pensar! Pode gerar problemas, como infiltrações.

Instalação

  • Todos os prédios novos vêm com SPDA instalado. Mesmo entre edificações mais antigas, é difícil encontrar alguma que não tenha o sistema instalado.
  • Mesmo nos dias de hoje, com todas as informações disponíveis, é muito comum encontrar instalações falhas.
  • Se o condomínio possui o sistema, mas não sabe se está dentro das normas, deve se executar uma vistoria técnica, feita por um engenheiro eletricista, e projetar um novo sistema, quando necessário, de acordo com a norma NBR-5419/ 01 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
  • Quando o SPDA é instalado, o condomínio deve receber a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), emitida pelo engenheiro responsável, o projeto do sistema e um relatório técnico da instalação. A ART é renovada anualmente, a cada manutenção.
  • O equipamento instalado capta a descarga elétrica e conduz, de forma segura, até a terra.
  • A instalação de um sistema de pára-raios pode levar de dois a três dias.
  • O SPDA protege a estrutura do edifício contra as descargas elétricas, bem como as pessoas que circulam pelo condomínio no momento da queda de raios. Aparelhos eletrônicos não são protegidos pelo sistema de pára-raios, mesmo porque, quando esses equipamentos sofrem danos, normalmente, a descarga elétrica vem pelas linhas de transmissão.
  • A instalação deve seguir rigorosamente as instruções da NBR – 5419.  Há casos de condomínios que utilizam os rufos como condutor. Entretanto, os rufos são seccionados a cada dois metros e não têm condução permanente. Desta forma, a descarga elétrica não será conduzida corretamente.
  • Alguns condomínios também aproveitam as barras de aço da estrutura do prédio como “descidas” para conduzir a descarga elétrica.  Entretanto, esta opção só pode ser usada se especificada no projeto estrutural.


Tipos

A NBR – 5419 prevê dois tipos de sistemas de pára-raios, o Franklin e a Gaiola de Faraday. Para proteção adequada, no caso de prédios com mais de 20 metros de altura, recomenda-se a instalação dos dois sistemas, que trabalharão conjuntamente na proteção do condomínio. Veja a diferença entre os dois:

  • Gaiola de Faraday: composto de seis partes principais – captor do tipo Terminal aéreo, cabo de cobre, suportes isoladores, tubo de proteção, malha de aterramento e conector de medição. Esse sistema envolve todo o perímetro do prédio. O cabeamento é fechado e é posto um captor a cada cinco metros.
  • Franklin: utiliza-se captor tipo Franklin, ou seja, em forma tridente, poste metálico (a ser instalado no ponto mais alto do prédio), cabo de cobre, caixa de inspeção, haste copperweld e conector cabo/haste. Aqui, a captação da descarga é feita pelo mastro.
  • O custo médio para instalação dos dois sistemas, como é recomendado, fica em torno de R$ 2.000,00, já com a avaliação técnica do engenheiro, mas esse valor pode variar, chegando a R$ 4 mil.


Manutenção

Depois de instalado, o pára-raio deve ser checado anualmente, sendo vistoriado por empresa especializada em medição ôhmica (resistência de aterramento) para verificação das condições gerais do sistema. Através da medição ôhmica, o técnico avalia se a descarga está ocorrendo corretamente. Veja outros pontos importantes:

  • A vistoria avalia as condições das hastes, se estão esticadas ou não, e se os isoladores estão bem fixados à estrutura.
  • O mastro do pára-raio possui a luz piloto, que identifica a altura do prédio. Ela precisa de manutenção, a lâmpada pode queimar.
  • A caixa d’água também precisa estar aterrada, pois pode atrair raios.
  • Quando é feito o trabalho de manutenção, faz-se também uma limpeza no cabeamento e nos captores. Troca de captores só em casos isolados, como de quebra.
  • O custo de uma manutenção gira, atualmente, em torno de R$ 250,00, já incluindo o atestado técnico feito por um engenheiro especializado.
  • Importante: O atestado deve ser conclusivo. Ou seja, se houver informação de que há necessidade de obras, você terá recebido um relatório técnico e não um atestado de conformidade.


Seguro

As seguradoras normalmente cobrem os danos causados por raios, mesmo quando há problema no SPDA, entretanto, a falta de manutenção e o ART informando que o sistema está fora das normas, podem causar problemas. As empresas podem argumentar que os danos ocorreram pela falta de cuidados, o que complica e prolonga o processo de indenização.

Empresas Especializadas em Atestados de Para-raio Condomínos

 

Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)

O que é PPRA e PCMSO?

Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - Especializado em Condomínios

Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – Especializado em Condomínios

O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) é um conjunto de ações visando à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.

No Brasil a legislação do trabalho obriga todas as empresas públicas e privadas a elaborarem e implementarem o PPRA, além de manter um documento-base de registro dessas ações, que incluem (Inclusive Condomínios) 

  • levantamento dos riscos;
  • planejamento anual com estabelecimento de metas e prioridades;
  • cronogramas;
  • estratégia e metodologia de ação;
  • forma do registro, manutenção e divulgação dos dados;
  • periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA.

O PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais foi estabelecido pela Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalho, do Ministério do Trabalho, por meio da Norma Regulamentadora NR 9, Portaria 3214/78, com objetivo de definir uma metodologia de ação para garantir a preservação da saúde e integridade dos trabalhadores face aos riscos existentes nos ambientes de trabalho.

São considerados riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos. São considerados fatores de riscos ambientais a presença destes agentes em determinadas concentrações ou intensidade. O tempo máximo de exposição do trabalhador a esses agentes é determinado por limites pré estabelecidos.

QUAL É O OBJETIVO DO PPRA ?

Estabelecer uma metodologia de ação que garanta a preservação da saúde e integridade dos trabalhadores, frente aos riscos dos ambientes de trabalho.

QUAIS SÃO OS RISCOS AMBIENTAIS ?
Para efeito do PPRA, os riscos ambientais são os agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração, intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde dos trabalhadores.

QUEM ESTÁ OBRIGADO A FAZER O PPRA ?
A elaboração e implementação do PPRA é obrigatória para todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. Não importa grau de risco ou a quantidade de empregados. Assim, tanto um condomínio, uma loja ou uma refinaria de petróleo, todos estão obrigados a ter PPRA, cada um com suas próprias características e complexidade.

QUEM DEVE ELABORAR O PPRA ?
São legalmente habilitados os Técnicos de Segurança, Engenheiros de Segurança e Médicos do Trabalho.

O PPRA É UM DOCUMENTO QUE DEVE SER APRESENTADO À FISCALIZAÇÃO DO MINISTÉRIO DO TRABALHO ?
O PPRA é um programa de ação contínua, não é um documento. Já o documento-base gerado quando de sua elaboração e as ações que compõem o programa podem ser solicitados pelo Fiscal. Caso a empresa possua o documento-base e não existam evidencias de que esteja sendo praticado, o Fiscal entenderá que o programa NÃO EXISTE.

 

Quais as empresas que precisam implantar o PPRA?

Todas as empresas que admitam trabalhadores como empregados estão obrigadas a implantar o PPRA segundo NR 9 (Norma Regulamentadora 9), item 9.1.1.

Minha empresa só tem 1 funcionário, mesmo assim preciso ter PPRA?

Sim. Todas as empresas independente de tamanho ou segmento precisam elaborar e implantar o PPRA.

 

Quando duas ou mais empresas ocupam o mesmo local, um PPRA é suficiente?

A NR 9 diz que o PPRA deve ser elaborado por estabelecimento (local de trabalho). Cada local de trabalho é considerado um estabelecimento e cada estabelecimento tem que ter seu próprio PPRA.

No caso de uma empresa com duas unidades cada unidade tem que ter seu próprio PPRA

Qual a finalidade do PPRA?

Segundo a Norma Regulamentadora 9 no item 9.1.1 o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), visa a preservação da saúde e da integridade física dos trabalhadores através, da antecipação, reconhecimento, avaliação e conseguintemente controle da ocorrência de risco ambientais existentes, ou que venham a existir no ambiente de trabalho, levando em consideração até a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.

Resumindo, o PPRA é um programa que visa através da antecipação dos riscos, buscar meios de evitar acidentes de trabalho e doenças ocupacionais.

 

Quem pode elaborar o PPRA?

Normalmente o SESMT é responsável pela elaboração do PPRA, embora a NR 9 no item 9.3.1.1 mostre que qualquer pessoa indicada pelo empregador poderá fazer o PPRA.

O empregador é responsável pelo PPRA da empresa. Ele precisa agir com responsabilidade indicando uma pessoa que realmente tenha capacidade para elaborar o programa.

Se a empresa não tiver SESMT o empregador poderá optar pela contratação de uma empresa ou um profissional qualificado para elaborar, implantar e avaliar, o cumprimento das ações do PPRA.

 

Veja também: Como fazer PPRA nessa postagem mostro como fazer passo a passo.

 

Qual deve ser feito primeiro o PPRA ou o PCMSO?

No primeiro o ano o PPRA deve ser elaborado primeiro, e através do PPRA que é feita a base doPCMSO, NR 7 item 7.2.4.

 

Na estrutura do Programa deverá constar as seguintes etapas:

- Antecipação e reconhecimento dos riscos;

- Estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle;

- Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores;

- Implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia;

- Monitoramento da exposição aos riscos;

- Registro e divulgação dos dados.

Na elaboração do PPRA além de buscar os riscos na fonte podemos usar o Mapa de Risco da empresa para ter uma base inicial.

 

Na tabela a baixo a classificação dos riscos ambientais

O que é PPRA

 

Qual a periodicidade do PPRA?

O PPRA tem validade de 1 ano, porém se durante esse ano, surgirem novos riscos no ambiente de trabalho, e também funções novas na empresa é interessante que seja reavaliado.

 

Se a validade é de 1 ano então posso jogar o PPRA no lixo depois de 1 ano?

Não pode. A NR 9 nos instrui a guardar o PPRA por no mínimo 20 anos. Item 9.3.8.2.

 

Onde guardo o PPRA, quem deve ter acesso a ele?

O PPRA deve ficar no estabelecimento e estar á disposição dos trabalhadores, bem como aos de interessados.

Segundo o Decreto-Lei número 5.452, de 1º de Maio de 1943, artigo 630 inciso 4º os documentos que dizem respeito à fiscalização do trabalho (que é o caso do PPRA) devem permanecer nos locais de trabalho a disposição da fiscalização.

 

 

Cronograma de ações do PPRA

Um dos maiores desafios do cumprimento do PPRA é o cronograma de ações.

No Cronograma de Ações devem estar listadas as situações que não estão em conformidade com a Legislação de segurança do trabalho. Nele a empresa deve propor uma data para regularização das irregularidades encontradas no ambiente de trabalho durante a elaboração do programa.

No campo Cronograma de ações deve existir também o nome do responsável pelo cumprimento de cada item a ser regularizado.

O cronograma de ações é a parte mais “viva” do PPRA. E exatamente por isso, deve ser elaborado com atenção e responsabilidade para colocar apenas datas em que realmente será possível realizar as correções necessárias.

 

Veja também: Principais erros cometidos no PPRA

 

Importante:

O PPRA é um programa de ação contínua, e evidentemente se o mesmo não estiver sendo implantado e avaliado continuamente será como se não existisse, e poderá surtir o efeito contrário ao esperado.

Ao invés de servir como prova que sua empresa está se empenhando nas questões de medicina e segurança do trabalho, servirá como prova contra a sua empresa! Prova de que a empresa sabe dos riscos e medidas preventivas, mas, não age, é omissa!

 

Todos os itens acima listados estão em conformidade com a NR 9 que é a norma que trás a legislação específica do PPRA

 

PreverSaude – 11 3473-9111

 

 

Etiqueta e regras para cães em condomínios

Etiqueta e regras para cães em condomínios

Cão segurando a coleira com a boca no capacho do apartamento

Você resolveu ter um animalzinho de estimação, garantir momentos alegres, divertidos e companhia fofa e fiel para todos os dias. Os cães são ótimos parceiros, tanto para adultos quanto para a criançada, portanto, se você tem um ou está pensando em ter muito em breve, confira aqui algumas dicas importantes para quem possui animais de estimação e mora em condomínios.

Até certo tempo atrás a maioria dos condomínios permitia em seus espaços apenas animais de pequeno e médio porte. Era bastante comum dentre as regras esse tipo de restrição. Contudo, atualmente, após muitas decisões judiciais, esse tipo de norma acabou por ser esquecida e desconsiderada pois ojudiciário constatou que apenas o fato do animal ser de grande porte não é o bastante para que o condomínio interfira no direto do morador ter um animal de estimação em seu apartamento.

Nos dias de hoje, o critério utilizado para determinar a permanência de cães em condomínios é o quanto de incômodo ou ameaça o animal de fato causa na tranquilidade, segurança e saúde dos demais moradores. E com essa nova regra, até mesmo os proprietários de animais de pequeno porte podem vir a ser condenados e solicitados a remover o animal de seu apartamento.

Para que essa norma seja aplicada, basta que o residencial possua áreas comuns, como hall de entrada, elevadores, vias de acesso, corredores, etc.

Regulamentação Jurídica

O departamento jurídico da Auxiliadora Predial faz algumas recomendações a respeito desse tipo de situação para seus condôminos. É importante sempre você procurar saber as regras e normas do seu condomínio, pois isso pode variar de acordo com a estrutura de cada empreendimento. Em nossos condomínios, as reclamações geralmente são a respeito de moradores que não recolherem os dejetos de seus cães e também sobre os condôminos que saem para passear com seus animais sem estarem devidamente presos em guias. Existem ainda queixas sobre cães soltos pelo residencial e fortes odores oriundos de higiene não adequada. Muitos condôminos não respeitam regras de boa convivência com animais.

Evite constrangimentos

Cão correndo em gramado enquanto o dono observa.

Existe, no entanto, uma etiqueta que pode ser utilizada para melhorar o convívio com os outros condôminos e evitar possíveis desavenças em função dessa situação. Acompanhe nossas dicas:

- Se o seu cão for de médio ou grande porte, procure sempre guiá-lo através de uma coleira mais curta na área interna do residencial. Isso evita aproximação indesejada do animal com transeuntes e essa dica também se aplica a animais de pequeno porte que apresentem comportamento temperamental ou sejam muito agitados.

- Mantenha as vacinas do seu bichinho em dia, assim você estará protegendo a saúde do cão, a sua e a de todos os que tiverem contato com ele.

- A entrada, saída e circulação deve ser feita somente pelos locais permitidos e o elevador deve ser sempre o de empregados ou as escadas deverão ser utilizadas.

- Prefira passear na rua ou em praças do bairro, não no jardim, playground ou na garagem, espaços restritos muito utilizados por demais moradores, inclusive crianças.

- Na hora de passear, carregue com você saquinhos plásticos para recolhes os dejetos do seu animal e nunca permita que ele faça xixi em áreas onde pessoas e crianças têm contato direto, como caixas de areia em pracinhas e gramados do jardim.  É terminantemente proibido para quaisquer animais fazerem suas necessidades na área comum do condomínio.

- Caso o bichinho de algum morador faça muito barulho, antes de registrar queixa, verifique se outros condôminos também se sentem incomodados pelos latidos. Isso lhe dará razão na hora de protestar e solicitar seus direitos como morador.

- Escolher o animal que vai morar em um apartamento exige, antes de tudo, bom senso. Por isso, procure evitar animais grandes e muito barulhentos.

- Em alguns estados, raças consideradas perigosas, como rottweilers, pitbulls, dobermans, e filas brasileiros devem usar focinheiras. A obrigatoriedade vale também para dentro do condomínio.

- O animal deve estar sempre com a higiene em dia e sem odores fortes.

- Em casos de viagens ou muito tempo fora de casa, não deixe o animal trancado no apartamento. Hospede-o na casa de algum parente, amigo ou até mesmo em um hotel para cães.

- Caso o dono do animal não se disponha a colaborar com a vida em comum e ignore multas provenientes do não cumprimento às regras estabelecidas pelo condomínio, é possível aplicar à ele multas equivalentes a até dez vezes o valor da taxa condominial.

Fontes:  Auxiliadora Predial.

 

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Fita Antiderrapante Amarela

Fita Antiderrapante Amarela

Fita Antiderrapante - Amarela - 30 MTS

Segundo a norma da ABNT NBR9077 (Associação Brasileira de Normas Técnicas), rampas e escadas de saídas de emergência devem ter pisos em condições antiderrapantes.Fita Antiderrapante Escada Fita Antiderrapante Escada

As fitas antiderrapantes são produtos de grande importância. Estes auxiliam na prevenção de acidentes. São resistentes a chuvas e ao tráfego intenso de pessoas, apresentando alta resistência e durabilidade. Além de sua fácil aplicação.

Devem ser utilizadas em áreas propensas como escadas, rampas e pisos escorregadios.

As fitas antiderrapantes podem ser usadas em ambientes internos ou externos, com os diferentes modelos existentes no mercado, é possível deixar sua casa, prédio ou local de trabalho bem sinalizado, seguro e sem prejudicar a aparência.

Como fixar Fita Antiderrapantes ?

A. Limpeza da superfície

Esta é a operação mais simples e uma das mais importantes para uma perfeita
colagem da Fita Antiderrapante Super Placas, garantindo a eliminação de
qualquer interferência entre o piso e a fita, que possa provocar a descolagem.
Inicialmente o piso deve ser lavado com água e sabão, para remoção de
gorduras e do pó mais fino.
A seguir, nas partes onde o  Fita Antiderrapante Super Placas, será aplicado, deverão ser utilizados solventes como acetona ou álcool.
Os solventes que apresentarem baixas taxas de volatilidade devem ser evitados,
pois permanecerão mais tempo na superfície, aumentando o período de espera.
Em superfícies que apresentarem pequena quantidade de gordura, óleos ou
graxas será obrigatório o uso da acetona.
Quaisquer revestimentos sobre a superfície deverão ser eliminados tais como:
ceras, tintas, vernizes, etc.
B. Aplicação do Primer

O primer sempre deverá ser utilizado para “condicionar” o piso, ou seja, deixá-
lo em condições ideais para receber a  Fita Antiderrapante Super Placas,
Sua função é semelhante à de um selador, ou seja, veda os poros e outros
pequenos defeitos do piso evitando-se a formação de bolhas e pontos de não
contato da fita com o piso, agindo assim como um nivelador do piso. Para uma
boa adesão, a quantidade aplicada está relacionada com a característica da
porosidade do piso:
1. Piso liso (pedra polida, granilite, cerâmicas, etc.): menor quantidade
de primer
2. Piso poroso/semi-poroso (cimento, madeira etc.): maior quantidade de
primer
OBS: O excesso de primer não contribui para “aumentar” a adesão, pois
prejudica a liberação do solvente existente neste, comprometendo a fixação da
Fita Antiderrapante Super Placas,. O uso do primer também propicia à aplicação, maior resistência à fita em áreas sujeita a umidade e tráfego intenso

 

Fita Antiderrapante Preta e Fotoluminescente  - 30 Mts

Fita Antiderrapante Preta e Fotoluminescente – 30 Mts
R$215,00
Fita Antiderrapante Preta 30 Mts

Fita Antiderrapante Preta 30 Mts
R$99,00
Fita Antiderrapante Zebrada 30 Mts

Fita Antiderrapante Zebrada 30 Mts
R$120,00
Fita Antiderrapante Amarela - 30 Mts

Fita Antiderrapante Amarela – 30 Mts
R$125,00
Fita Antiderrapante Branca 30 Mts

Fita Antiderrapante Branca 30 Mts
R$120,00
Fita Antiderrapante Azul  - 30 Mts

Fita Antiderrapante Azul – 30 Mts
R$120,00
Fita Antiderrapante Verde  - 30 Mts

Fita Antiderrapante Verde – 30 Mts
R$120,00
Fita Antiderrapante Vermelha  - 30 Mts

Fita Antiderrapante Vermelha – 30 Mts
R$120,00

Rolo de 30 metros Ideal para rampas, escadas e pisos

REDUZ O PERIGO DE QUEDAS E DERRAPAGENS, FÁCIL INSTALAÇÃO E ALTA RESISTÊNCIA.

Tamanho: 48mm x 30m

Fita Antiderrapante – Amarela – 30 MTS

Categoria: Fita AntiderrapanteMarca: Placas SinalCodigo Produto: 3904749
Por: R$ 120,00

 

 

PAGAMENTO À VISTA

Boleto Bancário R$  120,00

PAGAMENTO PARCELADO

Cartão Visa até  1 x – Clique e veja mais detalhes
Cartão Mastercard até  1 x – Clique e veja mais detalhes
Cartão Diners até  1 x – Clique e veja mais detalhes

INFORMAÇÕES DO PRODUTO

Fita Antiderrapante Amarela Medidas: rolo de 48mm x 30m

  • Descrição: Filme de PVC revestido com graos óxidos abrasivos.
  • Aplicações: Prevenção de acidentes em escadas- rampas- etc.
  • Cor: Amarela
  • A Fita Antiderrapante Amarela de 30 metros e 50mm de espessura ajuda na prevenção de quedas em pisos lisos e escorregadios.
  • Ideal para residências, escolas, hotéis, lojas, prédios residenciais etc.
  • Pode ser aplicada em pisos vinilicos, madeira, cerâmica, pedra polida, cimento, etc.
  • É indicada para ambientes externos, internos e superfícies lisas.
  • É resistente a chuvas e ao tráfego de pessoas, apresenta grande durabilidade e resistência.
  • - Indicada para ambientes internos e externos
  • Resistente à chuva e ao tráfego de pessoas
  • Fácil aplicação
  • Seu costado de alumínio é proprio para aplicação em superfícies irregulares
  • Possui adesivo mais resistente
  • Ótima qualidade
  • Comprimento: 30 metros
  • Espessura: 48 mm
  • Peso bruto: 900 g

 

Sinalização Extintor Placa Extintor

Sinalização Extintor Fotoluminescente Abnt 13434-3

Sinalização Extintor Fotoluminescente Abnt 13434-3

 

Placas Sinalização Rota Fuga e Extintores

Sinalização Rota de Fuga Certificada

Segue orientação do Corpo de Bombeiros - SP quanto a identificação do fabricante nas placas de sinalização de segurança contra incêndio e pânico.
Este documento deve ser apresentado para o bombeiro que exigir o CNPJ como única identificação aceita, pois ele está equivocado. Conforme descrito, a identificação pode ser feita de 3 maneiras: NOME DO FABRICANTE OU MARCA REGISTRADA OU CNPJ. Desta forma, o bombeiro será orientado corretamente com o respaldo do documento de sua própria corporação.
OBS 1: Fui diretamente no prédio central do CB-SP reclamar da cobrança por parte de alguns Bombeiros que aceitam somente o CNPJ como identificação do fabricante e lá me informaram sobre este documento que é a orientação passada para as diversas regionais do estado de SP, justificando que o Bombeiro que não aceita o nome ou a marca registrada, está interpretando errado o referido documento que está disponível online no linkhttp://www.corpodebombeiros.sp.gov.br/dsci_publicacoes2/_lib/file/doc/ct_006_600_12_sinalizacao_emergencia.pdf
OBS 2: No próprio prédio central do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, as sinalizações estão identificadas com a opção de nome do fabricante.

 

 

Entregas em condomínios: tudo o que você precisa saber!

Entregador dos Correios segurando dois pacotes.

A rotina corrida de trabalho, estudos e demais afazeres diários acaba por nos deixar reféns da necessidade de serviços que realizem entregas domiciliares, desde a água filtrada até o almoço ou produtos eletrônicos e artigos de decoração. É uma infinidade de coisas que podem ser entregues na porta de casa. Mas e se você mora em condomínio, como funciona para receber suas compras, especialmente quando ninguém está em casa?

Explicamos para você, a seguir, como funcionam as entregas em condomínios fechados. Acompanhe:

A cartilha da segurança deixa bem claro que para não prejudicar o bem estar de todos, os entregadores devem ficar do lado de fora dos portões. Mas sabemos que, por exemplo, uma pessoa que tenha solicitado a entrega das suas compras do mês, não vai querer se submeter a andar até a porta do seu apartamento com uma grande quantidade de sacolas. Provavelmente ela nem consiga fazer o transporte dessa mercadoria até a porta da sua casa. Por esta razão existem algumas questões a serem consideradas e analisadas.

Para preservar a individualidade dos condôminos e garantir a segurança do condomínio é importante que sejam aplicados procedimentos claros, que todos devem seguir. Ou seja, se for necessário, o entregador pode sim entrar no condomínio, mas para isso ele precisará seguir alguns procedimentos, como:

- Cadastramento prévio: nesse caso, os comerciantes dos arredores do condomínio em questão devem ligar com antecedência e cadastrar seus entregadores. Esses, ao chegarem ao condomínio, devem sempre ser anunciados pela portaria aos moradores.

- Avisar a portaria: é imprescindível que o porteiro saiba que existe uma entrega agendada para aquele dia. Não apenas para o caso de o entregar precisar entrar, mas também quando houver uma remessa grande a ser entregue.

Também vale lembrar que em caso de entregas pequenas, como de farmácia e alimentos, por exemplo, os entregadores não devem entrar no condomínio. Nessas situações, o morador ou empregado doméstico é quem deve, sempre, receber a mercadoria.

 

Correspondências

Cartas espalhadas no chão.

São bastante recorrentes os casos de problemas com correspondências em condomínios grandes. Alguns desses prédios recebem milhares de envelopes por dia. Existem casos em que os moradores buscam na portaria os jornais, revistas ou qualquer correspondência maior e cartas menores são entregues em cada apartamento. Alguns outros condomínios possuem caixas de correspondências em sua recepção, desta forma os próprios moradores fazem a coleta e a separação dos papéis fica a cargo do zelador, porteiro ou até mesmo do carteiro.

 

Perguntas frequentes:

Pontos de interrogação coloridos.

1. Existe alguma lei ou regra geral para todos os condomínios quanto ao recebimento de entregas dos moradores? Não existe uma lei, o que existe é uma prática com foco em segurança, onde o ideal é que esteja registrada no Regulamento Interno do condomínio. De forma geral, o sugerido é que entregadores não tenham acesso aos empreendimentos e que as entregas sejam retiradas pelos condôminos na portaria.

2. Quando os moradores não estão em casa, como funciona o recebimento de entregas na portaria?  Depende do que o Regulamento Interno do empreendimento define. Grande parte dessas mercadorias não é recebida pela portaria, pois demandam responsabilidade de recebimento e guarda apenas ao destinatário. Existem alguns empreendimentos em que o material é recebido, a entrega fica registrada no livro de ocorrência do condomínio e posteriormente o condômino retira junto a Portaria.

3. Os condomínios são obrigados a receber entregas para condôminos? Não são obrigados. O que define esta regra é o regulamento Interno do empreendimento ou as práticas já consolidadas no condomínio.

4. Quais os principais problemas gerados pelo recebimento de encomendas pelo condomínio? O principal problema é a responsabilidade da guarda. Muitas vezes são documentos importantes e até confidenciais (Ex. passaporte, etc.), em outras circunstâncias trata-se de mercadorias de valor expressivo (Ex.: celulares, tênis, computadores etc.).

5. Se o condômino está na residência, o porteiro irá avisá-lo da entrega? Sim, este é o procedimento padrão.

6. O entregador pode entrar no condomínio e fazer a entrega diretamente na residência do condômino? Depende do que é definido no Regulamento Interno. Por segurança o indicado é o entregador não ter acesso. Contudo existem vários casos onde os condomínios permitem principalmente se tratando de entrega de medicamentos. Alguns empreendimentos (Ex. Unique Place) possuem um funcionário, chamado de Mensageiro, próprio do condomínio para fazer este transporte.

7.  Se o condômino estiver viajando e uma entrega em seu nome chegar, o condomínio recebe a encomenda? Depende do que é definido no Regulamento Interno.

Procura saber quais são as regras e regulamentos do seu condomínio e evite transtornos!

Fontes: Ângela del Pino (Auxiliadora Predial) g1

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