Empresários investem em negócios dentro de condomínios

27/07/2014 07h39 - Atualizado em 27/07/2014 07h39

Empreendimentos com moradia e comércio têm alto potencial de consumo.
Facilidade de morar e trabalhar no mesmo lugar atrai empresários.

Do PEGN TV

Empreendimentos multiuso, ou seja, aqueles condomínios que reúnem moradia e comércio, são tendência no mercado imobiliário. Para pequenos empresários, a principal vantagem de ter um negócio num condomínio é a de ficar bem perto dos clientes. Em São Paulo, um condomínio da Zona Oeste da cidade tem 123 mil m² de terreno e 27 torres de apartamentos, com ruas, pontos de táxi, comércio e um cobiçado potencial de consumo.

A ex-bancária Rose Dias Magro, por exemplo, montou uma perfumaria dentro do condomínio. Ela participou de uma licitação e, em fevereiro deste ano, montou o negócio. A empresária paga R$ 2 mil por mês de aluguel por uma loja com 12 m². Ela oferece 68 itens de perfumaria e maquiagem. O negócio ainda está no começo, mas já dá lucro. A empresária fatura R$ 3 mil por mês e atende, em média, 20 clientes por dia. Outro negócio que funciona no mesmo condomínio é a imobiliária de Regina Batista e Jorge de Araújo, que faz venda e locação dos imóveis do condomínio. A imobiliária fatura R$ 45 mil por mês, em comissões.

Já a empresária Roberta de Marco montou uma padaria dentro do condomínio de Pirituba, onde mora há sete anos. Ela foi atraída pela facilidade de morar e trabalhar no mesmo lugar. Para a empresária, outra vantagem de um negócio dentro de condomínio é que os custos são menores. Roberta paga R$ 2.300 por mês de aluguel e não precisa gastar muito com propaganda. No último ano, a empresária faturou R$ 120 mil com o negócio, e chega a atender 500 clientes por dia.

Clique no vídeo acima para assistir à reportagem completa.

CONTATOS:
REGINA IMÓVEIS (IMOBILIÁRIA)
Contato – Empresária: Regina Batista
Condomínio Portal dos Bandeirantes
Av. Raimundo Pereira de Magalhães, 1720 – Piqueri
São Paulo/SP – CEP: 05145-000
Telefone: (11) 3832-1212
Site: www.reginaimoveis.com

LINDA FLOR (PERFUMARIA)
Contato – Empresária: Rose Dias Magro
Condomínio Portal dos Bandeirantes
Av. Raimundo Pereira de Magalhães, 1720 – Piqueri
São Paulo/SP – CEP: 05145-000
Telefone: (11) 3641-2429

PORTAL MIX CONVENIÊNCIA (LOJA DE CONVENIÊNCIA)
Contato – Empresária: Roberta de Marco
Condomínio Portal dos Bandeirantes
Av. Raimundo Pereira de Magalhães, 1720 – Piqueri
São Paulo/SP – CEP: 05145-000
Telefone: (11) 2371-0134

ASSOCIAÇÃO DAS ADMINISTRADORAS DE BENS IMÓVEIS E CONDOMÍNIOS DE SÃO PAULO – AABIC
Contato – Vice Presidente: Fábio Kurbhi
Rua Estados Unidos, 89 – Jd. Paulista
São Paulo/SP – CEP: 01427-000
Telefone: (11) 3887-3372
Site: www.aabic.com.br

Polícia orienta como deixar seu condomínio mais seguro

A Polícia Militar está orientando moradores e administradores de prédios em Fortaleza através do projeto Condomínio Seguro. O POVO reuniu algumas dicas de cuidados básicos a serem tomados

Segundo a Polícia, por mais que o empreendimento tenha equipamentos protetivos, moradores e funcionários precisam ficar atentos. Dentro do apartamento ou fora do prédio, a caminho da entrada/saída, é possível tomar cuidados, alguns básicos, para não se expor. “A obrigação (de dar segurança pública) é do Estado, claro. Mas não custa a pessoa se autopoliciar”, pondera o comandante do Ronda do Quarteirão, tenente-coronel Cláudio Mendonça.
A administração do prédio também pode adotar medidas preventivas. “Uma delas é selecionar bem os porteiros e os zeladores. Para evitar facilitações. É não ter vergonha, por exemplo, de puxar a Folha Corrida dos candidatos. Esses são funcionários que precisam ser de extrema confiança da administração”, acrescenta Mendonça. Outra medida simples, mas eficaz, é deixar bem iluminada a entrada do prédio. Locais escuros são os favoritos para assaltos.
O POVO traz um guia com 20 dicas para condôminos e condomínios que quiserem tentar driblar a violência. Muitas delas estão sendo transmitidas pela PM para moradores e administradores de prédios desde maio, quando a corporação iniciou o projeto Condomínio Seguro. Nele, policiais e bombeiros colhem reclamações sobre insegurança para a elaboração de uma estratégia de policiamento específica. No Condomínio Viver Clube, no bairro Álvaro Weyne, a queixa é de assaltos nas paradas de ônibus do entorno nas primeiras horas da manhã.
Quando for concluído, o espaço abrigará cerca de 1.000 pessoas. Hoje, são cerca de 40 famílias. “Sem esse acompanhamento, as pessoas se sentem menos seguras. Agora, a gente pode passar pro condômino o comportamento correto. Não andar com joia ou coisa de valor exposta, por exemplo”, cita o administrador do condomínio Francisco de Assis Barbosa.
Nesses dois meses de projeto, 320 empreendimentos foram visitados em Fortaleza e Região Metropolitana. Só a capital tem 5.500 edificações com perfil de moradia coletiva. A Polícia diz que a ideia é aumentar em agosto – de duas para quatro – as equipes que visitam os condomínios colhendo reclamações e dando as dicas.

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O que fazer após o fim do prazo de autovistoria – Rio Janeiro

A prefeitura já começou, este mês, a fiscalização nos edifícios do Rio. Os condomínios que ainda não realizaram a autovistoria predial poderão ser multados mês a mês até que apresentem o Laudo Técnico de Vistoria Predial (LTVP). O valor da multa é de cinco vezes o valor do IPTU, no entanto, de acordo com dados da Secretaria Municipal da Casa Civil, até o último dia do prazo de regularização, 30 de junho, apenas cerca de 16,5 mil dos 270 mil edifícios da cidade tinham apresentado o documento. Este número equivale a 6,1% do total. A data, que já foi prorrogada por seis meses, não deve ser estendida novamente.

David Gurevitz, engenheiro e diretor da Delphi, ressalta que mesmo com o fim do prazo, as exigências continuam as mesmas. “É necessário vistoriar toda a estrutura do edifício, como subsolo, fachadas, esquadrias, empenas, marquises e telhados. Também devem ser verificados as instalações elétricas, hidráulicas, sanitárias, eletromecânicas, de gás, de prevenção a fogo e escape, além de obras de contenção de encostas”, explica o engenheiro.
O diretor da Delphi  diz, ainda, que o cumprimento da inspeção predial é fundamental para a segurança das edificações. Além disso, contribui para a valorização do prédio. “A multa já pode ser aplicada desde o dia 1º de julho. Por isso é importante realizar a autovistoria o quanto antes. Mas é necessário ter atenção na hora de escolher a empresa para fazer o serviço. É importante que ela conte com uma equipe multidisciplinar, que inclua engenheiros civis, elétricos e mecânicos registrados no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea). Assim, na hora do trabalho cada um pode cumprir seu papel, visando a eficiência e qualidade do serviço como um todo”, lembra David.
Além de realizar a autovistoria nas instalações e equipamentos dos edifícios, com uma equipe multidisciplinar, conforme determinação da Lei Estadual 6.400, a Delphi Engenharia e Medicina do Trabalho fornece completa assistência aos administradores  e síndicos, com o apoio direto de profissionais especializados para apresentar a necessária orientação antes, durante e após o recebimento do LTVP.
Responsabilidade
Os síndicos e administradores dos prédios são responsáveis pela contratação dos profissionais e por comunicar à Secretaria Municipal de Urbanismo que o prédio está em condições adequadas de conservação, estabilidade e segurança. Essa comunicação deve ser feita através de formulário disponível nos sites da Prefeitura (www.rio.rj.gov.br) e da Secretaria (www.rio.rj.gov.br/web/smu). Os laudos devem ser guardados por 20 anos.
Estão isentos da obrigação de realizar a autovistorias as unidades residenciais unifamiliares ou bifamiliares. Ou ainda os que obtiveram o habite-se nos últimos cinco anos. Imóveis de dois pavimentos e área total construída de menos de mil metros quadrados e/ou situados em Área de Especial Interesse Social também não precisam de autovistoria.
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Ladrões tentam fugir com R$ 70 mil de condomínio e são impedidos por funcionários e moradores

Para entrar, suspeito conseguiu enganar o zelador; dupla entrou em imóveis de comerciantes

Ladrões arrombaram dois apartamentos e pegaram R$ 70 mil em dinheiro nacional e estrangeiro Reprodução/Rede Record

Funcionários e moradores conseguiram imobilizar ladrões que faziam um arrastão em um condomínio de alto padrão na Aclimação, bairro da zona sul de São Paulo. Os bandidos foram impedidos de fugir quando já carregavam mais de R$ 70 mil.

Para entrar no prédio, os ladrões conseguiram enganar o zelador. Um dos bandidos disse que estava hospedado no apartamento de um morador e até tinha a chave. O zelador acreditou e abriu o portão. Os criminosos foram até o sétimo e o oitavo andares e arrombaram dois apartamentos.

Eles pegaram R$ 57 mil, US$ 7.000, além de cédulas do Japão, Coreia e Singapura e algumas joias e bijuterias. Os donos são comerciantes chineses e sul-coreanos que não estavam em casa. Depois que liberou a entrada, o zelador desconfiou da dupla.

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O funcionário, que preferiu não se identificar, passou a observar a movimentação dos dois homens pelas câmeras de segurança. Quando percebeu que eles saíram com objetos na mão, impediu que deixassem o prédio.

— Ficamos na portaria olhando pelos monitores para ver a que horas eles iam descer. Foi quando eles desceram pela entrada de serviço. E embaixo, nós interceptamos eles e não deixamos eles escaparem.

Ao tentar fugir, um dos ladrões levou um choque. Ele encostou na cerca elétrica do condomínio. Um auxiliar de limpeza do prédio e vizinhos ajudaram a imobilizar os dois suspeitos. Depois de reconhecer a falha, o zelador disse que não deixaria os bandidos fugirem.

— Eu estava preparado para qualquer coisa que fosse acontecer. Já estava ciente do que poderia acontecer comigo também. [...] Eu não poderia deixar eles saírem com os percentes.

Os ladrões disseram que pretendiam entrar em um terceiro apartamento. Duas motos e um carro aguardavam pela dupla do lado de fora do edifício.

Assista ao vídeo:

Economia de água em condomínios aumenta

04/07/2014 06:45

Adesão dos conjuntos residenciais saltou de 11% para 60% depois das ações da Sabesp

Sabesp faz ação de conscientização nos consdomínios / Monica Alves / Diário SP

 

Por: Diário de S. Paulo

Termina hoje a ação especial realizada pela Sabesp nos condomínios da região Metropolitana de São Paulo. As atividades desenvolvidas pela empresa visaram aumentar a adesão dos conjuntos residenciais ao plano de economia de água.

Por conta do baixo volume do reservatório do Sistema Cantareira, em decorrência da forte seca no estado nos últimos meses, a Sabesp lançou no mês de fevereiro deste ano o projeto que beneficia com um bônus quem economiza água. O desconto é de  30% no valor da conta, para quem economizar 20% da média de consumo de fevereiro de 2013 a janeiro de 2014. No entanto, diferente das casas, comércios e indústrias, os condomínios residenciais apresentaram uma baixa adesão ao programa.

“Idealizamos esta ação especial nos conjuntos para aumentar esta participação dos locais na redução no uso da água”, explica a gerente de relacionamento com o cliente da Sabesp, Samanta de Oliveira. Segundo ela, “no início da ação, apenas 11% dos condomínios haviam aderido ao bônus, agora, cerca de três meses depois que iniciamos um contato mais direto com eles, 60% dos conjuntos residenciais já conseguiram apresentar ao menos um pouco de redução no uso da água”.

A gerente da Sabesp explica ainda que entre as diversas atividades que foram realizadas, a Sabesp fez um treinamento com os zeladores, para ensinar como identificar possíveis vazamentos de água; com sindicos, para reforçar a importância ambiental de se reduzir o desperdício e a campanha porta a porta, com a distribuição de material informativo para os moradores.

Ação atinge quase 8 milhões de pessoas 

Foram quase 2,7 milhões de cadernos entregues durante esta ação de conscientização, em 18 mil condomínios, com mais de 8 milhões de pessoas atingidas pelas atividades desenvolvidas pela Sabesp. O projeto envolveu 180 pessoas na distribuição dos informativos.

Fonte: Diario de Sp

Sabesp planeja futuras ações 

De acordo com a empresa de saneamento estadual, houve uma preocupação em cadastrar as informações dessas visitas, para fazer um acompanhamento e poder avaliar e planejar novas ondas dessa ação de conscientização para o futuro.

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Levantamento do Secovi-SP aponta queda no número de ações por inadimplência em condomínio

Levantamento do Secovi-SP aponta queda no número de ações por inadimplência em condomínio

SECOVI-SP NOTÍCIAS - ECONOMIA
Em maio, foram ajuizados 689 casos por falta de pagamento da cota condominial, contra 739 registrados no mês anterior, uma redução de 6,77%
Levantamento do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), realizado no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, mostra que o número de ações de cobrança por falta de pagamento da cota condominial caiu 6,77% em maio deste ano.
No mês, foram ajuizadas 689 ações, contra 739 casos registrados no mês anterior. Comparado ao mesmo mês do ano passado, quando foram ajuizados 826 casos, houve queda de 16,59%.
Acumulado – O declínio também é observado na soma das ações ajuizadas nos cinco primeiros meses. De janeiro a maio, deram entrada na Justiça 3.356 ações, 19,13% inferior em relação às 4.150 ações registradas em igual período do ano passado. O volume acumulado nos últimos 12 meses – abril de 2013 a maio de 2014 – também diminuiu, de 9.681 para 8.887 casos registrados de abril de 2012 a maio de 2013.
O vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Sindicato, Hubert Gebara, credita a redução aos acordos extrajudiciais, já que as pessoas estão buscando regularizar suas pendências financeiras. “Sem dúvida, a maior facilidade oferecida ao inadimplente para renegociar dívidas contribuiu para a retração. O acordo é vantajoso para as duas partes – condomínio e condômino -, pois uma ação de cobrança dessa natureza pode levar vários anos para ser resolvida”, afirma Gebara.
A recomendação do Secovi-SP é que síndicos e administradoras continuem reforçando as negociações de cobrança, buscando conscientizar os condôminos sobre a importância do pagamento da taxa condominial para a manutenção da saúde financeira do prédio. “Infelizmente, alguns moradores preferem pagar outras contas, ao invés do condomínio”, destaca o vice-presidente do Sindicato.

SP: bombeiros controlam incêndio em prédio comercial

03 de julho de 2014 • 02h54 • atualizado às 05h31

Segundo o Corpo de Bombeiros, fogo foi controlado por volta de 1h45 desta quinta-feira

Até a noite, não havia informação sobre o que teria causado as chamas

Foto: Alan Morici / Terra

O incêndio que atingiu um prédio comercial na tarde desta quarta-feira, em Santo Amaro, zona sul de São Paulo, foi controlado pelo Corpo de Bombeiros à 1h45 desta quinta-feira, de acordo com a corporação. Segundo os bombeiros, mesmo após controlar o incêndio, 18 viaturas seguiam no local, na fase de rescaldo, por volta de 5h30.

O fogo começou por volta das 16h45, na rua Senador Dantas. Quarenta e uma viaturas e pelo menos 160 bombeiros foram enviados ao local para combater as chamas.

SP: incêndio de grandes proporções atinge prédio comercialClique no link para iniciar o vídeo

SP: incêndio de grandes proporções atinge prédio comercial

De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), em função da ocorrência, a alameda Santo Amaro, sentido único, próximo à rua Paulo Eiró, foi interditada. O local do incêndio fica próximo ao Largo 13.

Por meio de nota, a empresa Armarinhos Fernando, dona do depósito e da loja, informou que, devido à atuação rápida de sua equipe, “todos os funcionários e consumidores foram retirados com segurança” do local. “A Armarinhos Fernando está no aguardo de um parecer da perícia para identificar a causa do incêndio”, diz a nota.

Placas de Sinalização Rota de Fuga

Placas Sinalização Extintores Hidrante

 

 

Comissão da Câmara aprova cobrança de taxa para condomínios em ruas fechadas

Comissão da Câmara aprova cobrança de taxa para condomínios em ruas fechadas

BRASÍLIA – A cobrança de taxa de condomínio por associações de moradores em ruas fechadas foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados nesta terça-feira. O projeto foi aprovado em caráter conclusivo na comissão e agora segue para análise dos senadores, caso não tenha recursos que levem o projeto para votação no plenário.

O projeto, que altera o Estatuto da Cidade, cria ainda regras para implantação de condomínios urbanísticos e da regularização de loteamentos urbanos de acesso controlado. Inicialmente, o projeto era contra a permissão para condomínios controlarem acesso em vias públicas, mas um substitutivo propôs a autorização da cobrança, contanto que o estado ou o município tenha de aprovar a criação do condomínio.

De acordo com o texto aprovado, será adotado um coeficiente para chegar ao valor que cada unidade terá de pagar. O valor poderá ser expresso em um percentual das despesas de manutenção do loteamento e será definido em estatuto ou ato constitutivo da entidade civil responsável.

Porém, o projeto permite que as prefeituras deleguem a responsabilidade de manutenção de áreas e equipamentos públicos situados dentro dos condomínios para os titulares das unidades que compõem o loteamento. Isso pode acarretar maior despesa para o condomínio, que terá obrigação de gerir esses gastos.

Mas, segundo o texto, a concessão ou permissão de criação do condomínio não poderá impedir a continuidade da prestação de serviços públicos como energia elétrica, telefonia, gás canalizado, fornecimento de água potável, esgotamento sanitário e coleta de lixo.

Tendência em segurança: solução de gerenciamento do acesso à distância em condomínios

A facilidade de entrar em condomínios com apenas uma buzinada do automóvel ao parar em frente ao portão é surpreendente. Mesmo com a utilização de vigias e porteiros, a desatenção e a malandragem de terceiros são as principais causas de roubos, assaltos e furtos a casas, edifícios e condomínios.Em Florianópolis (SC), condomínios conseguiram, por meio de uma solução tecnológica inovadora, implantar um sistema que gerencia à distância o acesso à portaria. Ou seja, mais segurança para os condôminos sem a presença de um porteiro.A rotina de operação é simples.

O acesso do visitante ao condomínio é monitorado à distância, na central de monitoramento, pelo atendente da empresa de segurança, que o vê por meio do circuito de câmeras instaladas na portaria. O morador é acionado para liberar o acesso, o que pode ser feito até mesmo se ele estiver fora de casa, via celular. As ligações e vídeos são transmitidos, permitindo registro do acesso de moradores, visitantes e prestadores de serviço. Sendo assim, caso haja alguma ocorrência, o síndico e a empresa de segurança podem contar com a gravação de imagem e som e os dados sobre entrada e saída que ficam armazenados no sistema.

A tecnologia foi desenvolvida pela empresa Segware, líder do mercado nacional no segmento de tecnologia para monitoramento de alarmes. Com o novo sistema acabaram os problemas que não estavam relacionados exclusivamente com o condomínio, como rotatividade de funcionários, acomodação do porteiro, faltas, demora a abrir o portão, pessoas que ingressam no condomínio sem autorização do morador, problemas com interfone, interação de porteiro com inquilino, entre outros. Com o Kiper quem controla a segurança é o morador. Na prática, o que acontece é a mudança da mentalidade dos condôminos, que se responsabilizam diretamente pela própria segurança, com a ajuda da tecnologia.

Sobre a Segware
A Segware é uma multinacional brasileira líder em tecnologia para segurança, que está presente com o sistema SIGMA em mais de 70% das empresas de monitoramento eletrônico integrado de alarmes no Brasil. Com sede em Florianópolis, Santa Catarina, a Segware foi fundada em 2001 e mantém vanguarda em soluções para o setor. Em 2012, iniciou as operações no exterior, com um escritório em Miami (EUA) e uma cobertura comercial que permite a atuação em todos os países da América Latina.

 

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