Violência eleva em 12% taxa de condomínios nobres de SP

Estudo mostra que condomínios com serviço de vigilância tiveram acréscimos de 11,77% nas taxas condominiais em 2014

Priscila Yazbek, de Exame

São Paulo – Moradores de condomínios com serviço de vigilância da cidade de São Paulo viram um aumento de cerca de 11,77% na taxa condominial a partir de janeiro de 2014 por causa do aumento da violência.

A informação é de um levantamento realizado pela Habitacional, empresa de administração imobiliária.

Segundo o estudo, a alta ocorreu por causa do adicional de periculosidade, de 30%, garantido à categoria dos profissionais que atuam na segurança dos condomínios a partir deste ano.

“O aumento da criminalidade nos últimos cinco anos e da escalada de invasão nos prédios teve um impacto direto nos custos dos condomínios, que absorveram mão de obra de vigilância para reforçar a segurança”, afirma Marcio Bagnato, diretor de condomínios da Habitacional.

Ele afirma que bairros nobres como Brooklin, Campo Belo,  Itaim Bibi, Jardins, Moema, Morumbi, Perdizes e Vila Nova Conceição sentiram o maior impacto da alta.

Nessas regiões, segundo Bagnato, são mais comuns os empreendimentos que contam com serviço de vigilância externa, que foram os tipos de condomínios afetados pelo adicional de periculosidade.

Dos 270 condomínios que compõem a carteira da Habitacional, 25% tiveram o acréscimo de quase 12% por contarem com o sistema de segurança profissionalizado em vez do sistema convencional, que conta apenas com porteiros.

Conforme Bagnato explica, como a mão de obra é o item que mais pesa no orçamento do condomínio, o adicional de periculosidade dos profissionais de vigilância tem um impacto muito maior do que teria, por exemplo, um aumento no valor das contas de água.

Além do aumento verificado nos condomínios com seguranças, um dissídio da categoria de funcionários de condomínios gerou, também a partir de janeiro, um reajuste de 6,63% na mão de obra de todos os condomínios, tanto aqueles com serviço de vigilância, quanto os convencionais.

Com a alta de 11,77% gerada pelo acréscimo no salário de funcionários de vigilância e o aumento de quase 7% dos funcionários de condomínio no geral, os moradores de condomínios nobres sentiram um aumento de cerca de 19% na taxa condominial a partir de janeiro, segundo a Habitacional.

Condomínios deveriam expor os gastos com segurança

O diretor de condomínios da Habitacional afirma que não existe uma saída para evitar acréscimos de custos provenientes de reajustes de mão de obra, mas, segundo ele, os moradores não costumam se incomodar quando sabem que o aumento está ligado a questões de segurança.

Por essa razão, ele afirma que seria interessante que os condomínios mostrassem aos moradores o peso dos gastos com segurança no orçamento condominial, deixando claro o impacto do aumento dos profissionais de vigilância nas contas.

“Enquanto o aumento do custo está ligado à segurança, o condômino entende, sobretudo nessas áreas nobres da cidade. Agora, se o aumento de gastos com segurança entrar no bolo, junto às outras contas, o morador já pode reclamar ao sentir o aumento da taxa”, diz Bagnato.

Fonte: Exame

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Garagem em condomínio: confira regras e bom senso

Fonte: Ribeirão Preto Online

Garagem é motivo para uma série conflitos em condomínios. Apesar de ter a garantia de segurança e comodidade, muitos condôminos transformam a vida em comunidade em uma grande dor de cabeça quando o assunto é a vaga para estacionar seu veículo. Entre os principais problemas estão: vagas compartilhadas, estacionamento em locais errados, utilização desses espaços por não moradores, carros maiores do que o local disponível, furtos, danos e amassados causados por vizinhos, guarda de motos e automóveis juntos, etc.

Para tentar entender e resolver muitos destes conflitos é indispensável a leitura da convenção do condomínio. Muitas vezes as convenções determinam que cada vaga de garagem é destinada a guarda de apenas um automóvel. Neste caso, o condômino deverá optar entre parar um carro ou uma moto. E ainda, restringem a sua utilização somente aos moradores e vedam a guarda de qualquer objeto no interior das vagas. Porém, as regras para a utilização da garagem depende de cada convenção de condomínio.

Condomínios mais modernos destinam vagas adicionais para a guarda de motos nas suas áreas comuns da garagem. Mas, os condomínios mais antigos não acompanharam a crescente necessidade por vagas e não possibilitam esta opção. Como alternativa alguns condomínios têm tolerado a guarda de um automóvel e uma moto na mesma vaga de garagem, quando não existem vagas extras para motos, desde que não traga incômodo aos demais moradores.

Seja qual for a opção do condomínio, é indispensável a observância da convenção e que qualquer padronização ou tolerância passe pela aprovação de uma assembleia e esteja de encontro com o artigo 1.336, IV do Código Civil, que determina nos deveres dos condôminos a obrigação de utilizar as áreas do condomínio de forma a não prejudicar o sossego, salubridade e segurança dos moradores.

Os condomínios não estão obrigados a oferecer vagas especiais para idosos, por exemplo. De qualquer forma, é salutar que, tendo condições, essa população seja favorecida com fácil acessoaos elevadores. No caso de sorteio de vaga de garagem, é importante  que os idosos sejam beneficiados com os locais de maior espaço e entrada privilegiada.

A oferta de vagas diferenciadas para deficientes também não é obrigatória. O decreto nº 5.296, de 2004, que estabelece normas para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, não se aplica aos condomínios. Cada município, através do Código de Obras, deve regular o uso de vagas de garagem para essas pessoas. Em São Paulo, a Lei Municipal nº 15.649 determina que para edificações com mais de 100 vagas, pelo menos 1% deve ser reservada para deficientes.

É proibida, desde abril de 2012, a venda ou o aluguel de vagas de garagem a não moradores. A Lei Federal nº 12.607 alterou a redação do artigo 1.331, do Código Civil, que permitia a comercialização das vagas se a convenção do condomínio não determinasse o contrário.

Agora, as garagens só podem ser alugadas ou vendidas  quando existir  previsão  expressa das convenções. Caso não exista autorização expressa, a convenção poderá ser modificada pela aprovação em assembleia de dois terços dos condôminos. A mudança vale para proprietários deapartamentos, escritórios, salas, lojas e sobrelojas, com exceção para os edifícios garagens.

É importante que fique claro que a lei não veda a locação das vagas para outros condôminos, pelo contrário, esta passa a ser a única opção do morador que tem uma vaga a mais. Lembrando que prédios garagens e condomínios com garagens com matrículas separadas são unidades autônomas e podem ser negociadas da mesma forma que as unidades imobiliárias.

O condomínio deve sempre que possível tentar administrar as situações que podem resultar em conflitos. E os condôminos devem utilizar o bom senso e respeitar as regras estabelecidas para evitar desentendimentos e possíveis ações judiciais. O síndico pode assumir o papel de mediador e agir com firmeza em atritos provocados por causa da garagem, inclusive  com aplicação de advertências e multas previstas na convenção e no regimento interno.

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Condomínios logísticos de São Paulo têm queda na taxa de disponibilidade

Após altas consecutivas, taxa de disponibilidade do primeiro trimestre de 2014 fechou em 22,34%

Por Diego Lazzaris Borges |

SÃO PAULO – A taxa de disponibilidade dos condomínios logísticos do estado de São Paulo encerrou o primeiro trimestre do ano com ligeira queda, passando de 23,85% no final de 2013 para 22,34% em março deste ano. De acordo com a pesquisa da Colliers International Brasil, o inventário (área total construída) de São Paulo terminou o primeiro trimestre em 5.471.901 de m², com uma disponibilidade de 1.222.528 de m².

As cidades paulistas com mais áreas disponíveis são Vale do Paraíba (203.192 mil m²) e Campinas (199.939 mil m²). Já Osasco / Carapicuíba (7.088 mil m²) e Ribeirão Preto (8.644 mil m²) são as regiões que possuem menor disponibilidade de área.

Os preços apresentaram alta, encerrando o trimestre em R$ 21,70 m² / mês, que representa um aumento de cerca de 3% em relação ao último trimestre do ano passado. Dentro do Estado, as regiões que praticam preços mais altos são a cidade de São Paulo (R$ 27,50 m² / mês), seguida por Osasco / Carapicuíba (R$ 26,50 m² / mês), Barueri (R$ 26,00 m² / mês), Guarulhos (R$ 24,60 m² / mês) e Embu (R$ 23,70 m² / mês).

Em relação aos inquilinos que optam por condomínios logísticos, o estudo observou que as demandas recentes exigem metragem a partir de 5.000 m² e 40.000 m², sendo que a localização, o preço e a flexibilidade do projeto têm sido fatores decisivos para a escolha de um galpão em condomínio logístico.

Os setores de e-commerce, varejo e alimentício como os principais locatários destes imóveis, segundo a Colliers.

 

Redução do custo para o condômino com poços artesianos é uma realidade

POÇO ARTESIANO RESSURGE PARA SUPRIR FALTA D’ÁGUA

Com a escassez de chuvas em São Paulo e baixa nos reservatórios, condomínios apareceram como vilões de consumo de água, por isso, buscar alternativas para reduzir o consumo está no topo das pautas dos gestores e, para alcançar o objetivo, além da conscientização dos moradores, a saída pode passar por captação de água por poços artesianos ou mina de água.

Marcelo Mahtuk, diretor executivo da Manager Administração de Condomínios, declara que “há mais de 20 anos oferecemos aos nossos clientes a possibilidade de abastecimento de água por poço artesiano ou mina de água, já que permite autonomia e economia significativa na planilha de gastos do condomínio. Para isso, oferecemos o estudo de viabilidade aos condomínios e, após identificar a disponibilidade de captação de água apropriada para consumo, o tempo de execução das obras é de, aproximadamente, 20 dias”.

Para adotar um poço, além da perfuração, o condomínio precisa de uma estrutura com reservatórios, filtros e tanques, de acordo com as normas da ABNT, autorização para a perfuração e de licença de uso.

Ainda assim, como a água é um bem precioso e esgotável é importante que o trabalho de conscientização seja permanente. “A redução do custo para o condômino com poços artesianos é uma realidade, mas não significa um sinal verde para o desperdício”, alerta Mahtuk.

Nos condomínios administrados pela Manager a economia do consumo de água também passa por algumas medidas de readequação dos serviços nas áreas comuns, além da conscientização dos moradores. Entre as medidas estão: maior controle de vazamentos, apenas varrição das áreas comuns, troca de água da piscina na limpeza de filtro e mudança no horário e redução do número de vezes da rega das áreas verdes.

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Cerca de 5% dos prédios fizeram vistoria no Rio

Cerca de 5% dos prédios fizeram vistoria no Rio

Até o dia 1º de julho, os prédios residenciais e comerciais da cidade do Rio de Janeiro que não apresentarem os laudos da autovistoria poderão ser multados, de acordo com o Decreto Municipal nº 37.426/13. Levantamento feito pela Prefeitura indicava que, até o fim de janeiro deste ano, apenas 2% dos 270 mil prédios do município entregaram os laudos. Faltando menos de uma semana para o fim do prazo, estima-se que este número não ultrapasse os 5%.
Para o engenheiro Civil e de Segurança Francisco Leite, consultor do Grupo I Can, que realiza o serviço de autovistoria, o baixo índice de entrega dos laudos se deve a quatro fatores principais: “Em primeiro lugar, ao velho hábito, de nós brasileiros, de deixarmos tudo para a última hora. Em segundo, a esperança de que a Prefeitura prorrogue, mais uma vez, o prazo de entrega. Em terceiro, a falta de informação e de divulgação para os síndicos e, por último, a dificuldade dos responsáveis pela edificação em contratar profissionais, seja pelo desconhecimento de onde encontrá-los ou por dificuldades financeiras para a contratação”.

Leite ressalta ainda que a grande importância da autovistoria é quanto à segurança no uso das edificações, seguido pela valorização patrimonial resultante da inspeção predial. “Muito além de uma autovistoria técnica, é imperativo transmitir segurança para os proprietários, inquilinos, prestadores de serviço e visitantes de condomínios e hóspedes e clientes de hotéis”, afirma.

2 – OBJETIVOS DA LEGISLAÇÃO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

I – proteger a vida dos ocupantes das edificações e áreas de risco, em caso de incêndio;

II – dificultar a propagação do incêndio, reduzindo danos ao meio ambiente e ao patrimônio;

III – proporcionar meios de controle e extinção do incêndio;

IV – dar condições de acesso para as operações do Corpo de Bombeiros; e

V – proporcionar a continuidade dos serviços nas edificações e áreas de risco.

3 – PRINCIPAIS LEGISLAÇÕES QUE TRATAM DA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

I. Decretos Estaduais, que dispõe sobre as exigências das medidas de segurança contra incêndio nas edificações e nas áreas de risco, no Estado de São Paulo.

II. Instruções Técnicas (IT) do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo (CBPMESP), que prescrevem as regras para execução e implantação das medidas de segurança contra incêndio, disponíveis no campo legislação.

III. Normas Técnicas Oficiais da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

IV. Normas complementares (federais, estaduais e municipais).

 

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Recarga Extintores Condomínios

Extintores de Incêndio em SP – Grande SP, Litoral e Interior

Conforme a NR23 do Ministério do Trabalho as inspeções dos extintores de incêndio devem ser realizadas mensalmente. Já a manutenção deverá ser realizada anualmente ou quando solicitada na inspeção mensal.

Teste hidrostático devem ser realizados em todos os extintores de incêndio no prazo máximo de 5 anos ou quando apresentarem sinais térmicos, mecânicos ou corrosão.

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Melhores Empresas de Recarga Extintores

recarga do extintor de incêndio deve ser realizada imediatamente após o uso, ou quando o ponteiro do indicador de pressão estiver na faixa de operação vermelha.

Abaixo estaremos listando os modelos de extintores de incêndio e quais os tipo de incêndio que devem ser utilizados.

Extintor de Incêndio de Água Pressurizada

  • Carga água potável
  • 10 l.
  • Capacidade extintora 2ª
  • Utilizar na classe A sendo elas: materiais sólidos tais como madeira, papel, pano e plástico.

Extintor de Incêndio de Pó Químico Seco

  • Carga de pó químico seco
  • 4 Kg
  • Capacidade extintora 20B
  • Utilizado na classe BC sendo elas: equipamentos elétricos e líquidos inflamáveis tais como, gasolina, óleo, thiner, tinta e álcool.

Extintor de Incêndio de Dióxido De Carbono (Co2)

  • Carga de dióxido de carbono
  • 6 Kg
  • Capacidade extintora 5BC
  • Na classe B C, sendo ela: equipamentos elétricos e líquidos inflamáveis tais como, geradores, casa de máquinas e casa de força.

NR23 – Proteção Contra Incêndios: Estabelece as medidas de proteção contra Incêndios, estabelece as medidas de proteção contra incêndio que devem dispor os locais de trabalho, visando à prevenção da saúde e da integridade física dos trabalhadores. A fundamentação legal, ordinária e específica, que dá embasamento jurídico à existência desta NR, é o artigo 200 inciso IV da CLT.

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Prestamos os seguintes serviços: AVCB -Auto de Vistoria/ Recarga e manutenção de Extintores / Teste de mangueiras de hidrante / Venda de novos equipamentos. Serviços estes prestados com segurança e qualidade por profissionais capacitados. Certificação Inmetro REGISTRO Nº 2402.
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Festa em condomínio tem 13 TVs e ‘mordomias’ para ver Brasil x México

Empresa fez churrasco em SP; sensação é de estar dentro de mostruário.

Evento de demonstração de aparelhos reuniu mais de 700 pessoas.

Gustavo PetróDo G1, em São Paulo
Evento em São Paulo reuniu 700 pessoas para demonstração de eletrônicos durante Brasil x México (Foto: G1)
Evento em São Paulo reuniu 700 pessoas para
demonstração de eletrônicos durante Brasil x México
(Foto: G1)
Evento em São Paulo reuniu 700 pessoas para demonstração de eletrônicos durante Brasil x México (Foto: G1)
Brasil x México foi exibido em 13 TVs Não há nada melhor do que reunir os amigos para fazer um churrasco e assistir ao jogo da seleção na Copa do Mundo. Mesmo que Brasil x México tenha terminado sem gols, nesta terça-feira. Em um condomínio na Mooca, Zona Leste de São Paulo, a partida teve alguns mimos eletrônicos. Foram cortesia de uma empresa, em um tipo de evento que vem se tornando cada vez mais comum.

É uma reunião de demonstração de eletrônicos, na qual 700 pessoas assistiram à partida, comeram churrasco, beberam e concorreram a prêmios, tudo de graça. Tiveram também acesso a lançamentos de produtos da empresa, de TVs a videogames, incluindo um televisor 4K. A sensação é a de estar dentro do mostruário de uma loja.

Neste tipo de evento que mistura churrasco e Copa, os produtos estão à venda e podem ser comprados na hora. É comum também ter algum incentivo para levar os aparelhos para casa. Desta vez, os convidados tinham até 30% de desconto.

Mesmo com um jogo morno e o empate sem gols, a turma estava muito animada, gritando a cada chute perdido do Brasil e se desesperando a cada boa chance do México. O que valia era torcer e ficar ligado em uma das 13 TVs e em um telão que mostravam a partida.

Oito delas, inclusive uma 4K ficaram em uma quadra coberta, duas numa quadra aberta onde as crianças ficaram jogando bola e espiando a seleção, duas rodando o game oficial da Copa no PlayStation 3 e uma numa área externa para quem queria fugir do tumulto.

Com ou sem barulho
Delazir Parra Poputz, de 74 anos, decidiu tentar ver o jogo em um ambiente mais calmo da festa. Ao redor de um monte de marmanjos esbravejando contra a seleção, ela permanecia quieta e focada. “Estou concentrada no jogo, lá dentro tem muito barulho”, disse, antes do final da partida, que ela gostaria que tivesse terminado em 1×0 para o Brasil.

A opinião é a mesma do síndico do condomínio. “Juntou muita gente, temos mais de 700 pessoas na quadra e é bom ver todos unidos e curtindo a Copa“, contou Mauro Possato, 41 anos. João Francisco Alemeida Kill, de 17 anos, gostou da ideia. “Tem muita TV para ver o jogo, mas gostei mais dos celulares”, contou Kill, antes de ir jogar games.

 

Dedetização em Condomínio

Uma formiguinha ali, uma baratinha aqui e quando o síndico se dá conta, uma infestação está iminente. Moradores à beira de um ataque de nervos correm de um lado para outro tentando, em vão, exterminar visitantes indesejáveis. 

Em um condomínio, as pragas mais comuns são os insetos rasteiros (baratas, traças, aranhas e formigas), seguidos dos roedores e cupins, principalmente o cupim subterrâneo, que sobem do subsolo para a cobertura, através de prumadas, redes elétricas, hidráulicas, cabeamentos de TV e telefonia, juntas de dilatação, caixões perdidos, forros de gesso etc.“A dedetização é recomendada como forma de prevenção ao problema. As pragas se proliferam com facilidade e, para controlá-las, é preciso uma dedetização preventiva a cada seis mesesComo fazer?
Na hora de buscar um serviço de dedetização profissional para o seu condomínio, é imprescindível tomar alguns cuidados importantes. Entre eles estão: o alvará de funcionamento expedido pela Vigilância Sanitária; a certidão do responsável técnico (devidamente registrada no conselho competente); referências e nomes de produtos e de seus fabricantes. Uma visita às instalações da empresa também é valida, assim como buscar informações sobre o seu comprometimento para com o meio ambiente.

É importante também que a empresa disponha de funcionários qualificados, treinados e que possam esclarecer as duvidas dos moradores antes, durante e depois da aplicação dos produtos.

Antes do início do trabalho é preciso ainda que a equipe contratada faça uma vistoria em todo o condomínio e só após a verificação do real problema é que se prepara um plano de tratamento já com a escolha do biocida correto. Isso minimiza os impactos às pessoas e ao meio ambiente.

A qualificação, quantificação de profissionais e a metodologia a ser empregada na dedetização também são pontos fundamentais para a preservação do meio ambiente e a preservação da saúde dos moradores.

Diferente e eficaz 
O Copan, um dos mairoes edifícios de São Paulo, optou, desde 1994, pela dedetização realizada internamente, ou seja, por uma equipe de colaboradores da própria estrutura organizacional do prédio. “Tomamos a decisão de realizar o trabalho internamente porque os serviços terceirizados não eram confiáveis, apenas assim conseguimos a melhor qualidade”, afirma o síndico, Affonse Celso Prazeres de Oliveira, desde 1993 no cargo.

Orientações Importantes 

Limpeza é fundamental e de nada adianta dedetizar o ambiente regularmente se existirem focos de proliferação de pragas dentro de uma residência ou de outra. O que atraem esses bichos são lixo, comida e entulhos. Portanto, os moradores devem ter cuidados como manter as residências limpas, não acumular objetos que não são mais usados, além de condicionar e fechar o lixo doméstico.

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Como Escolher uma Administradora

Como escolher e contratar uma administradora

O síndico pode contratar uma pessoa física ou jurídica para auxiliá-lo na administração do condomínio. Devido à complexidade de suas funções, é recomendável que o faça.

Às vezes, o barato sai caro, ou seja, deixar de contratar uma administradora para economizar determinada quantia poderá se mostrar, no futuro, uma postura muito mais dispendiosa, se houver algum erro ou omissão.

O síndico deverá convocar a assembléia apresentando aos condôminos uma administradora de sua confiança, relacionando o tipo de prestação de serviços, honorários cobrados e prazo do contrato.

Contudo, uma administradora deve ser bem escolhida, para que ela, em vez de solução, não seja um problema a mais. Aqui vão alguns cuidados para escolher uma administradora:

  • Peça proposta para três empresas;
  • Consulte empresas indicadas por síndicos ou condôminos satisfeitos;
  • Leia com atenção o contrato a ser assinado, o rol de serviços prestados, etc.;
  • Desconfie de honorários muito baixos;
  • Desconfie daquelas que difamam outras administradoras;
  • Peça uma lista de alguns condomínios administrados, com nome e telefone dos síndicos, e ligue para alguns;
  • Visite a empresa e seu site antes de contratá-la;
  • Verifique com quem a empresa trabalha (bancos, fornecedores);
  • Verifique o capital social, o quadro societário e o objeto social da empresa;
  • Verifique se a empresa tem sede própria;
  • Verifique qual a forma de rescisão contratual prevista;
  • Discuta com o conselho antes de se decidir por esta ou aquela empresa;
  • Opte por empresas com boa administração de recursos humanos, que tenha bons profissionais;
  • Verifique se a empresa opera pelo sistema de conta pool, em que o dinheiro do condomínio fica na conta bancária da administradora, ou pelo sistema de conta bancária própria para cada condomínio. Escolha o que melhor atenda às necessidades do condomínio;
  • Verifique se o demonstrativo financeiro é feito em bases correntes (de 1 a 30/31 de cada mês), de modo a coincidir com a movimentação financeira do condomínio. Esse expediente também facilita o controle dos recursos;
  • Analise os pequenos detalhes do contrato. Exemplos: sistema de cobrança de condôminos atrasados (se tem advogado próprio, se é obrigatório recorrer ao advogado da administradora); sistema empregado para compra de materiais (se permite que moradores apresentem orçamentos ou indiquem empresas);
  • Observar se no contrato há cláusula especificando que a administradora é responsável pelo pagamento de multas ou despesas extras decorrentes de seus erros. Exemplo: se não recolher o FGTS dos funcionários ou qualquer outro encargo ou tributo no prazo, deve arcar com as multas;
  • Solicitar um modelo de demonstrativo financeiro da administradora;
  • Verificar se a administradora tem estrutura para assessorar o síndico na cotação de serviços extras;
  • Checar se a taxa de administração é aplicada sobre a despesa ou a receita e avaliar o que seria mais conveniente para o condomínio;
  • Dê preferência a uma administradora associada ao SECOVI-SP;
  • Opte por empresas que dêem valor para qualidade. O SECOVI-SP certifica todos os anos, pelo PQE – Programa Qualificação Essencial -administradoras de condomínio. Peça uma cópia atualizada do certificado;
  • Verifique todas as certidões da empresa (CNPJ, CND da Receita Federal, Protestos etc.) e de seus sócios. Sempre peça cópias atualizadas;
  • Analise a experiência da administradora e verifique quanto tempo de atuação ela possui nesta área.

Ao síndico caberá a escolha da empresa administradora, a qual deverá ser aprovada pela assembléia geral de condôminos, mediante votação de praxe. Tal escolha deve basear-se na confiança recíproca. Sendo alcançada a aprovação, será o síndico a pessoa competente para assinar o contrato de prestação de serviços em nome do condomínio.

É decisão de competência do síndico a rescisão do contrato com a administradora. Porém, ainda que seja dispensável a realização de assembléia para tanto, o síndico deverá ser cauteloso na tomada de decisão, eis que a mesma poderá ter fortes repercussões econômicas. No caso, o contrato entre as partes servirá de parâmetro para a rescisão, como é exemplo a definição do prazo de aviso prévio, usualmente fixado de 30 (trinta) a 60 (sessenta) dias.

O art. 1.348, § 2°, do novo Código Civil trouxe a inovação de que o síndico pode transferir, total ou parcialmente, para a empresa administradora, não somente as funções administrativas, como também os poderes de representação, tudo mediante aprovação da assembléia, salvo se o contrário dispuser a Convenção. Vale dizer que o mais usual é a ocorrência da mera delegação das funções administrativas.

Especificamente sobre o assunto, o SECOVI-SP editou o “Guia de orientação para escolha de uma administradora de condomínios”, cuja leitura é recomendada.

Fonte: Secovi

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Dois fornecedores da BMW se instalam no Perini Business Park

17 de junho de 2014

O Perini Business Park, maior condomínio empresarial do Brasil, fechou o quinto mês do ano com contratação de 16,3 mil m2 , de um total de 25 mil m2 previstos para o ano todo. O volume de ocupação equivale a 65% da meta de 2014.

Os 11 novos empreendimentos atuam em segmentos como logística, gráfico, serviços, saúde, manutenção e instalação industrial e automobilístico. Duas empresas, a Lear e a Brazul, integram a cadeia de fornecedores da BMW.

O Perini ultrapassou a marca de 140 empresas instaladas de 12 diferentes países: Itália, Alemanha, Estados Unidos, França, Áustria, Bélgica, Coréia, Portugal, Suíça, Espanha, Dinamarca e Bahrein.

De acordo com o presidente do Perini, Marcelo Hack, este resultado é fruto da consolidação do empreendimento. Levantamento realizado pela Consultoria Imobiliária Cushmann & Wakefield mostra que a taxa de espaços vazios em condomínios empresariais (escritórios e galpões), no País, cresceu de 13% para 18% em 2013. O Perini está bem distante disso.

A revista VEJA destaca o condomínio: a burocracia é zero; há serviços integrados aos galpões e despacho alfandegário dentro do complexo.

Fonte Blog do Loetz

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