Bombeiros abrem inscrições para curso de formação para porteiros

Curso é oferecido gratuitamente por todos os batalhões do estado.

Inscrições começaram nesta segunda e seguem até sexta (31).

Do G1 Região dos Lagos

Bombeiros participam de desfile em Macaé (Foto: Júnior Costa / G1)
Serão 1.100 porteiros capacitados por mês
​ (Foto: Júnior Costa / G1)

As unidades do Corpo de Bombeiros por todo o estado estão oferecendo Curso de Noções Básicas de Prevenção e Combate a Incêndios para Porteiros. As inscrições começaram nesta segunda-feira (27) e seguem até a próxima sexta-feira (31). Para garantir uma vaga os porteiros devem procurar o grupamento de Bombeiros mais próximo. É necessário apresentar a carteira de identidade e CPF.

O objetivo é capacitar os profissionais que atuam nas portarias dos prédios e condomínios com informações sobre prevenção e combate a princípios de incêndios, aumentando a segurança dos locais onde trabalham. O primeiro período de curso está previsto para 10 a 14 de fevereiro e os participantes receberão um certificado.

O curso terá duração de três dias, com uma carga horária de 12 horas-aula, e envolverá assuntos como prevenção e combate a incêndios, utilização e aplicação de aparelhos extintores, linhas de mangueiras, procedimentos de abandono de edificação, orientações sobre retirada de pessoas presas em cabine de elevador, entre outros. Além dos conhecimentos teóricos, os alunos receberão instruções práticas, que incluirão atividades como demonstração de experiências físico-química de fenômenos da combustão, treinamento de armação de mangueiras a partir da caixa de incêndio, prática de combate a incêndios com aparelhos extintores e treinamento de procedimentos de emergência envolvendo escapamento de gás.

Cada um dos 28 grupamentos da corporação formará pelo menos duas turmas de 10 a 30 alunos por mês. Com isso, a iniciativa alcançará pelo menos 1100 alunos-porteiros por mês.


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Placa Saída – Fotoluminescente – S12 – 13x26cm
Placa SAÍDA – Código: S12 – Fotoluminescente – Antichama – Certificada Corpo Bombeiros – Abnt – 13434-3 Tamanho 13×26 Cm -

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Placa Seta Para Cima – S3 – Tamanho: 13×26 Cm
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Placa Seta Para Baixo Codigo: S3B – Fotoluminescente Anti-Chama – Tamanho 13×26 Cm -

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Condomínios devem ter espaço reservado para armazenar o lixo

28/01/2014 11h55 - Atualizado em 28/01/2014 13h55

Quem não respeita horários de coleta na rua pode pagar multa.

Márcio Rachkorsky responde dúvidas sobre o assunto no SPTV.

Do G1 São Paulo

Cuidar da coleta de lixo nos condomínios é um desafio para os síndicos. Muitos prédios não tem espaço adequado para que os moradores coloquem os saquinhos. Outros usam uma lixeira de ferro, na calçada, o que é proibido.

Moradores de um condomínio no Sacomã, na Zona Sul de São Paulo, que não possui espaço para lixeira, têm de levar o saquinho direto para o térreo. Mas a regra não agrada a todo mundo, como mostrou reportagem do SPTV desta terça-feira (28).

“Ele têm inconvenientes, como o aumento do uso de energia, de elevador, respingos que algum morador pode deixar cair. Então nós estamos implementando a coleta ativa. Nós vamos até o morador e tiramos o lixo no horário determinado. Se o morador não puder tirar o lixo, aí sim ele continua entregando no mesmo sistema”, explica o síndico André Fernandes.

Enquanto a mudança não vem, muita gente leva o lixo para o depósito, onde também tem espaço para pilhas, baterias e para óleo.

Só que do lado de fora do condomínio, a situação é completamente diferente. Tem lixo até na calçada, o que é muito desagradável e atrapalha a circulação dos pedestres. Fora que a lixeira de ferro é irregular. O certo seria ter um lugar fechado, como uma casinha, perto do muro e com fácil acesso coletor.

A Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb) recomenda que os condomínios que não têm um local apropriado deixem o lixo na calçada, duas horas antes do caminhão passar, ou às 18h, se a coleta for à noite. As lixeiras de ferro foram proibidas em 2005, por ocupar um grande espaço das calçadas.

“A gente não tem uma administração, uma coordenação disso com a Prefeitura. Talvez se a gente tivesse um esquema de coordenar isso com a Prefeitura isso poderia mudar. Mas nós não temos”, explica Fernandes.

Num condomínio do Ipiranga, na Zona Sul, a síndica arrumou uma solução, mas ela conta com a boa vontade do coletor. “Ele é recolhido, à noite, e o próprio lixeiro que faz o recolhimento da rua, ele tem uma chave. Então ele abre nosso depósito, tira todo o lixo, não faz sujeira, não fica nada esparramado”, conta a síndica Rosângela Grafetto.

Os condomínios que não respeitam os horários para colocar o lixo na rua podem pagar multa que varia de R$ 600 a R$ 15 mil. A Amlurb ressalta que a fiscalização é feita pelas subprefeituras.

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Incêndio atinge prédio do Instituto de Criminalística em Taubaté

Nenhuma prova relacionada a crimes foi atingida pelo fogo.

Perícia será feita no local para descobrir as causas do incêndio.

Incêndio atinge prédio do Instituto de Criminalística em Taubaté (Foto: Reprodução/ TV Vanguarda)Fogo no Instituto de Criminalística atingiu alojamento, depósito e arquivo. (Foto: Reprodução/ TV Vanguarda)

Um incêndio atingiu o prédio do Instituto de Criminalística na região central de Taubaté na manhã desta segunda-feira (27). O fogo atingiu as áreas de alojamento, depósito e arquivo, mas, segundo o Instituto de Criminalística, nenhuma prova relacionada com crimes em andamento foram danificadas. Ninguém ficou ferido.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o incêndio começou pouco antes das 7h e foi controlado rapidamente. Quando os bombeiros chegaram ao local encontraram dois pequenos focos de fogo, que foram contidos. Uma perícia deve ser feita no prédio para verificar as causas do fogo e descobrir se o incêndio foi criminoso, já que o vidro de uma das janelas estava quebrado.

O Instituto de Criminalística ocupa um prédio da Prefeitura de Taubaté localizado na Praça Doutor Euzébio da Camara Leal, na região central da cidade. Por meio de nota, a Secretaria de Segurança Pública informou que o incêndio foi de pequenas proporções e a diretoria do Instituto de Criminalística não vê necessidade de transferir os serviços para outro local. A Polícia Científica só irá se manifestar sobre as causas do incêndio após a conclusão de um laudo que será feito pelos peritos.

Do G1 Vale do Paraíba e Região

» COMBATE A INCÊNDIO
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BRIGADA DE INCÊNDIO
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ALARMES CONTRA INCÊNDIO
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Antes de reformar, informe-se sobre as regras do condomínio

Normas variam de cidade para cidade, mas condomínios podem estabelecer novos limites de horário e barulho para os trabalhos

Marteladas ao longo do dia, muita poeira levantada, rachaduras e vazamentos. Uma reforma pode trazer uma série de problemas não apenas para o proprietário, como também para as pessoas que moram ao redor do local onde a obra é executada. E para evitar inimizades com a vizinhança, é bom estar atento às leis e dicas que ajudam a minimizar esses problemas.

A legislação deste setor varia de acordo com o município, informa Edwin Brito, secretário da Comissão de Direito Urbanístico da OAB/SP. Na cidade de São Paulo, as intervenções não podem ser feitas fora do horário comercial, ou seja, antes das 7h e depois das 22h. Os limites de barulho aceitáveis também variam. Na capital paulista, ele é de 50 decibéis durante o dia, e de 45db fora do horário permitido.

“No caso de condomínios, parâmetros diferentes podem ser determinados. Por este motivo, é importante consultar a convenção do local antes de iniciar os trabalhos. Além disso, alguns não permitem alterações na fachada. Caso a pessoa desrespeite isso, estará sujeita a multa e terá de fazer a reparação do erro”, diz o advogado.

Ele ainda recomenda que o síndico seja comunicado a respeito da obra, pois haverá a entrada de pessoas estranhas no local, que ficarão sob responsabilidade daquele que as contratou. Outra boa dica é conversar com os responsáveis pelos apartamentos que ficam no mesmo andar. Assim, você poderá se informar sobre os melhores horários para realizar as intervenções, ver se moram idosos ou crianças nos apartamentos vizinho e se estes imóveis já contam com algum problema estrutural que pode ser atribuído a você por conta da obra.

“Caso a intervenção no vizinho resulte em danos no seu apartamento, como rachaduras e vazamentos, você poderá ser ressarcido por ele. O primeiro passo é procurar o morador ao lado. Caso não resolva, você pode recorrer ao síndico ao até à Justiça, que também pode estabelecer multas e novos limites de horário e barulho”, finaliza Brito.

Fonte:Terra

 

Incêndio atinge prédio residencial no Centro de São Paulo

Fogo tomou conta de apartamentos em dois andares.

Bombeiros contiveram o incêndio e não houve feridos.

Do G1 São Paulo

Um incêndio atingiu dois andares de um edifício residencial na Rua Mauá, na região central de São Paulo, próximo a Estação Júlio Prestes, por volta das 12h20.

O fogo tomou conta de apartamentos no sétimo e oitavo andares. Onze equipes dos bombeiros foram até o local e conseguiram conter o incêndio. Não houve vítimas.

A comerciante Camila Andrade, que trabalha em um prédio próximo e enviou um vídeo para o VC no G1, conta que o fogo começou no andar debaixo e se alastrou para apartamentos ao lado e no andar de cima.

Incêndio na região central de São Paulo (Foto: Reprodução/TV Globo)Incêndio na região central de São Paulo (Foto: Reprodução/TV Globo)

Imagens mostram ação de suspeita de assaltos na Zona Sul do Rio

Polícia procura suspeita de ter roubado vários apartamentos no Catete.

Mulher aproveitou chegada de morador para entrar no prédio.

A polícia procura por uma mulher suspeita de ter roubado vários apartamentos de um prédio da rua Silveira Martins, no Catete, Zona sul do Rio. Imagens das câmeras de segurança do prédio registraram o momento em que a suspeita aproveita a chegada de um morador para entrar, como mostrou o Bom Dia Rio.

Depois, ela segue para o elevador e continua conversando com a moradora, que sai logo depois. Outras imagens registram a assaltante andando pelos corredores e escadas do prédio. Segundo denúncia de um dos moradores, ela entrou no apartamento e roubou dois computadores portáteis e dinheiro. Mais tarde, a mulher aparece de novo no elevador e vai embora.

De acordo com a polícia, não havia nenhum sinal de arrombamento no apartamento assaltado. Os investigadores agora tentam descobrir como a mulher conseguiu entrar no imóvel sem deixar nenhum vestígio.

“ Você viu nas imagens que ela rodou apartamentos, não sabia direito onde estava indo, até conseguir entrar num apartamento. Pela perícia nada foi arrombado. Provavelmente ela tem uma chave micha, pra conseguir entrar. Agora, com as imagens, a gente pede que liguem pro Disque-Denúncia, ou delegacia como acontece rotineiramente pra gente poder identificar e dar andamento ao nosso inquérito policial”, afirmou a delegada Monique Vidal, titular da 9ª DP (Catete).

Quem tiver informações sobre a ladra do Catete, pode ajudar ligando pro Disque-Denúncia através do número 2253-1177.

Fonte G1

21/01/2014 07h29 - Atualizado em 21/01/2014 07h34

 

Condomínios de luxo jogam esgoto irregular no litoral de São Paulo

Qualidade das praias. São 12,5 milhões de litros de dejetos por dia que deveriam estar sendo tratados, mas, ao contrário, estão contaminando água e solo, segundo dados da Sabesp; ao todo, as cidades litorâneas têm cerca de 25 mil imóveis nessa situação

2743 casas não solicitaram conexão em São Sebastião - Tiago Queiroz/Estadão
Casas de mais de 200 metros quadrados, com quatro dormitórios e piscina, localizadas em condomínios na beira da praia e cujo valor pode chegar a R$ 11 milhões. Quem vê tanto luxo e exclusividade não imagina que imóveis desse tipo descartem esgoto irregularmente, mesmo tendo à sua disposição uma rede coletora de dejetos.

Dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) apontam que as cidades litorâneas têm cerca de 25 mil imóveis nessa situação. Considerando que cada residência produz, em média, 500 litros de esgoto por dia, o litoral tem hoje 12,5 milhões de litros de dejetos que deveriam estar sendo tratados, mas, ao contrário, estão contaminando água e solo.

Na maioria dos casos, são residências construídas antes de a região receber uma rede coletora de esgoto e que não fizeram a ligação ao serviço após ele começar a ser oferecido.

“Alguns são moradores de áreas mais carentes, que não têm condições de arcar com os custos das obras necessárias para a adaptação do imóvel. Mas há também muitos casos de imóveis de alto padrão que não fazem a ligação porque não querem mexer na estrutura da casa ou não querem ter acréscimo na conta”, diz Pedro Fernando Ponce, gerente de divisão de Caraguatatuba da Sabesp. O município é o que tem o maior número de imóveis com ligações pendentes: 7.880. Parte delas está em bairros de classe média alta, como Centro, Martim de Sá e Indaiá, onde há rede coletora há mais de 15 anos.

A Sabesp não cobra para fazer a ligação da casa à rede coletora, mas o morador precisa gastar, em média, R$ 1,8 mil com a reforma do imóvel para que ele possa ser conectado à tubulação. O proprietário tem um prazo de 30 dias para solicitar a conexão após ser comunicado pela Sabesp sobre a liberação da rede coletora em seu bairro. Moradores de baixa renda podem participar de um programa estadual em que as obras são gratuitas.

São Sebastião. Na praia da Baleia, uma das mais badaladas de São Sebastião, no litoral norte, a rede de coleta de esgoto foi liberada para conexão em outubro, mas dezenas de condomínios ainda não estão ligados.
Em um deles, na beira da praia e onde cada uma das quatro casas vale cerca de R$ 11 milhões, o esgoto é descartado e tratado por meio de uma fossa séptica. Um dos funcionários do local diz que o condomínio já providenciou a regularização com a Sabesp, mas que as obras ainda não foram feitas porque estão vetadas durante a temporada. “Os moradores não querem reformas durante o período de férias porque é o período que eles vêm para cá. Agora, só depois do carnaval”, disse.

Em toda a cidade, há 2.743 casas que não solicitaram a conexão, o terceiro maior número do litoral. Na segunda posição, aparece São Vicente, na Baixada Santista, com 5,6 mil imóveis nessa situação.

Fonte: Fabiana Cambricoli, Enviada Especial / SÃO SEBASTIÃO – O Estado de S.Paulo

Grupo de operários é impedido de entrar em condomínio

Administrador do prédio alegou que eles cheiravam mal e iriam enfeiar o local.

Os trabalhadores fariam exames médicos para admissão em uma clínica.

Fernanda Graell

Um grupo de operários foi impedido de entrar em um condomínio comercial na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Eles dizem que o administrador do prédio alegou que eles cheiravam mal e iriam “enfeiar” o ambiente.

Os trabalhadores fariam exames médicos para admissão em uma clínica, dentro do condomínio Le Monde. Eles foram contratados pela concessionária que faz a obra da linha quatro do metrô. Eles contam que na chegada ao condomínio, no fim da manhã de quinta-feira (16), foram barrados e tiveram que ficar nos fundos do prédio na área de carga e descarga. “Ficamos sentados no chão, porque não tinha nem lugar para sentar. Barraram. Total desrespeito. Falta de consideração”, relata o ajudante de soldador, Jonatan da Silva.

Leandro Rabello, operador de máquinas conta que eles ouviram mais: “A nossa presença era uma poluição visual, já que éramos fedorentos e manchava a fachada da empresa, do condomínio, porque mal cheirosos. É constrangimento”.

Os funcionários só conseguiram fazer os exames depois da chegada da polícia. O caso foi divulgado pelo jornal Extra. “Depois de quatro horas da chegada da polícia, presente na recepção, conseguimos subir um por um, acompanhados dos seguranças do condomínio, mais o dono da clinica”, relata Leandro.

O dono da clínica, Renato Fernandes Pinto, conta que tentou convencer o administrador do condomínio. “Ele voltou a afirmar que a nossa atividade ali não era bem vinda, muito menos as pessoas que ali estavam e que eles causavam uma poluição visual ao condomínio. Eu defino como preconceito”.

O administrador do condomínio Le Monde, Felipe Alencar, não quis gravar entrevista. Em nota, disse que jamais restringiu o acesso de qualquer pessoa em razão de aparência ou condição sócio econômica.

A polícia já ouviu dois funcionários e outros 16 vão prestar prestar depoimento nos próximos dias. Eles pretendem pedir indenização ao condomínio, que deve ser acusado de injúria, quando há ofensa à honra ou à dignidade de alguém. A pena é de um a seis meses de prisão.

Fonte: Globo

Por acidente em piscina, síndico pode ser processado por condomínio e até preso

QUA, 15 DE JANEIRO DE 2014 16:39 ALMIR RIZZATTO NOTÍCIAS SEGUROS

As tragédias envolvendo crianças que foram sugadas por ralos de piscinas, neste início de ano, trouxeram à tona a questão da segurança em edifícios. De acordo com o advogado Daphnis Citti de Lauro, a responsabilidade por eventuais mortes acaba sendo do síndico, que é o representante legal do condomínio. Pela lei, ele pode ser processado pelo prédio e até detido.

Ao síndico compete, dentre outras atividades, a de diligenciar a conservação das partes comuns, como previsto no artigo 1.348 do Código Civil, inciso V.

“Se não promove a manutenção das partes comuns e deixa de tomar providências obrigatórias, o condomínio arcará com os prejuízos morais e materiais. Posteriormente, proporá ação judicial de ressarcimento contra o síndico”, afirma o especialista em Direito Imobiliário.

Segundo Daphnis de Lauro, neste caso é aplicado o artigo 186 do Código Civil, que diz: “Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito”.

E cabe ainda o artigo 927, do mesmo diploma legal: “Aquele que, por ato ilícito, causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo”.

Mas acidente não se resume a indenização. O Código Penal reza que o resultado é imputável a quem deu causa e explica, no artigo 13, que “considera-se causa a ação ou omissão sem a qual o resultado não teria ocorrido”.

E o artigo 132 do Código Penal prevê pena de detenção a quem expõe “a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”.

O advogado diz que o síndico deve mandar instalar dispositivo contra sucção, verificar se o motor da bomba de sucção tem potência adequada ao tamanho da piscina. “Algumas pessoas, para que a limpeza da água se dê mais rapidamente, instalam motores com potência maior que o recomendado, aumentando o perigo de sucção dos cabelos das crianças.”

Outra precaução é a manutenção dos ralos. Jamais se pode deixar a piscina sem ralos ou com ralos quebrados.

Ainda de acordo com o especialista, muitas vezes os síndicos deixam para a assembleia decidir providências que ele deveria obrigatoriamente tomar, independentemente de discussão dos condôminos.

“Como afirmou a mãe de uma menina que foi vítima desse tipo de acidente, não é fatalidade. É negligência. E, apesar de toda a indenização que porventura vier a ocorrer, dinheiro nenhum pagará o sofrimento dos pais, nem trará a criança de volta”, diz Daphnis de Lauro.

Sobre Daphnis Citti de Lauro

Advogado, formado pela Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie e especialista em Direito Imobiliário, principalmente na área de condomínios e locações. É autor do livro “Condomínios: Conheça seus problemas”, sócio da Advocacia Daphnis Citti de Lauro (desde 1976) e da CITTI Assessoria Imobiliária, que administra condomínios e locações e atua como síndica terceirizada.
Fonte: Segs

Operário é flagrado trabalhando sem proteção em prédio de Belém

Técnico em segurança do trabalho diz que prática é irregular.

Um operário foi flagrado trabalhando sem equipamentos de proteção individual (EPIs) nesta terça-feira (14), em Belém. O homem está na janela de um prédio localizado em frente ao Museu Emílio Goeldi, na rua 9 de janeiro entre as avenidas Gentil Bittencourt e Magalhães Barata, no bairro de São Brás.(veja vídeo ao lado)

O flagrante foi registrado pela relações públicas Andresa Brito. Nas imagens, é possível ver o operário se equilibrando na base da janela, sem nenhum tipo de proteção. “Acho que ele estava fazendo algum serviço de reparo no prédio, mas parecia que ele estava pendurado lá”, conta Andresa.

Irregularidades
Segundo o técnico de segurança do trabalho Luiz Cunha, funcionários que trabalham com altura devem ter passado pelo treinamento da Norma Regulamentadora (NR) 35, do Ministério do Trabalho, intitulada “Trabalho em altura”.

“Ele [operário] deveria usar bota, cinto de segurança para estabilizar, capacete, cadeirinha, para trabalhar de forma mais confortável. Mas acima de tudo deveria ter o treinamento, para saber os cuidados que deve tomar neste tipo de trabalho, caso ocorra algum incidente”, explicou Cunha.

De acordo com o técnico, o flagrante pode até ser passível de investigação e penalidades. “Caso a situação seja denunciada formalmente, a Delegacia Regional do Trabalho poderia até investigar e autuar a empresa responsável pelo rapaz, porque ele deveria ter passado pelo Serviço de Segurança e Medicina do Trabalho da empresa, para verificar os treinamentos  que ele já fez ou ainda precisa fazer”, afirmou.

 

Do G1 PA