Placa Sinalização Energia

Placa Sinalização Quadro De Força Plastico

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Placa Sinalização 220 Volts Contém 16 Peças Aluminio

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Placa Sinalização Perigo De Vida Alta Tensão Aluminio

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Placa Sinalização Liga Desliga Aluminio

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Placa Sinalização Perigo Cerca Elétrica Plastico

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Placa Sinalização 440 Volts Plastico

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Placa Sinalização Perigo 440 Volts Plástico

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Placa Sinalização Perigo 127 Volts Plastico

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Placa Sinalização Perigo 110 Volts Plastico

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Placa Sinalização Perigo De Morte Alta Tensão Aluminio

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Placa Sinalização 110 Volts Plastico

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Placa Sorria Você Esta Sendo Filmado

Sinalização Segurança Emergência

Placa Aviso Ambiente Sendo Filmado - Plástico - 15x20 cm
Placa Aviso Ambiente Sendo Filmado – Plástico – 15×20 cm

Placa Aviso O Ambiente Está Sendo Filmado

R$ 4,00
Placa Sorria Você Está Sendo Filmado - Alumínio - 15x15
Placa Sorria Você Está Sendo Filmado – Alumínio – 15×15

Placa Sorria Você Está Sendo Filmado Alumínio

Placa Ambiente sendo filmado -Alumínio - 18x23 cm
Placa Ambiente sendo filmado -Alumínio – 18×23 cm

Placa Sorria Ambiente Sendo Filmado

- 18cm x 23cm – Alumínio

R$ 13,00
Placa Lei 13541 Ambiente Filmado
Placa Lei 13541 Ambiente Filmado

Placa Lei 13541 Ambiente Filmado

R$ 6,00
Placa Monitoramento por Câmera de Segurança
Placa Monitoramento por Câmera de Segurança
Placa Monitoramento por Câmera de Segurança – Plástico – 20×30 cm
R$ 6,00
Placa Sorria Você Está Sendo Filmado - Plástico 20x30
Placa Sorria Você Está Sendo Filmado – Plástico 20×30
Placa Sorria, Você está sendo Filmado – Plástico – 20×30 cm – 250 Aj
R$ 4,00
Placa Sorria você está sendo filmado - Calandrada 500AP
Placa Sorria você está sendo filmado – Calandrada 500AP

Placa Sorria, Você Está Sendo Filmado – Calandrada Alumínio

R$ 21,00

Placa Sinalização Extintores – Combate Incêndio

Sinalização Rota de Fuga Certificada

Segue orientação do Corpo de Bombeiros - SP quanto a identificação do fabricante nas placas de sinalização de segurança contra incêndio e pânico.
Este documento deve ser apresentado para o bombeiro que exigir o CNPJ como única identificação aceita, pois ele está equivocado. Conforme descrito, a identificação pode ser feita de 3 maneiras: NOME DO FABRICANTE OU MARCA REGISTRADA OU CNPJ. Desta forma, o bombeiro será orientado corretamente com o respaldo do documento de sua própria corporação.
OBS 1: Fui diretamente no prédio central do CB-SP reclamar da cobrança por parte de alguns Bombeiros que aceitam somente o CNPJ como identificação do fabricante e lá me informaram sobre este documento que é a orientação passada para as diversas regionais do estado de SP, justificando que o Bombeiro que não aceita o nome ou a marca registrada, está interpretando errado o referido documento que está disponível online no linkhttp://www.corpodebombeiros.sp.gov.br/dsci_publicacoes2/_lib/file/doc/ct_006_600_12_sinalizacao_emergencia.pdf
OBS 2: No próprio prédio central do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, as sinalizações estão identificadas com a opção de nome do fabricante.

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO
COMANDO DO CORPO DE BOMBEIROS
DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO
CONSULTA TÉCNICA nº CCB-006/600/12
ASSUNTO
Sinalização de Emergência
LEGISLAÇÃO REFERENTE
Decreto Estadual 56.819 de 2011
Instrução Técnica 20 de 2011
DOCUMENTO: Mensagem eletrônica da empresa EVERGLOW
Consulta do Sr José de Paula Ferraz Neto, proprietário da empresa EVERGLOW:
O Corpo de Bombeiros foi questionado sobre a qualidade das sinalizações de emergência
que estão sendo instaladas nas edificações e áreas de risco, mencionando que diversas não
atendem a Instrução Técnica nº20 de 2011 e NBR 13343-3 de 2005, quanto à sua capacidade de
fotoluminescência, e quanto às características de identificação do fabricante previstos em norma
brasileira.
Resposta:
Considerando que a IT/CB 20 de 2011 não exige a marcação e rotulagem das sinalizações
de emergência que hoje são instaladas nas edificações e áreas de risco, e que realmente é difícil
avaliar se a sinalização de emergência atende o requisito mínimo de fotoluminescência, o DSCI
resolve que, doravante, toda sinalização de emergência instalada nas edificações e áreas de risco
deverão possuir a marcação e rotulagem conforme a norma brasileira, NBR 13434-3 de 2005 item 6,
onde os elementos de sinalização devem ser identificados, de forma legível, na face exposta, com a
identificação do fabricante (nome do fabricante ou marca registrada ou número do CNPJ – Cadastro
Nacional da Pessoa Jurídica).
Adicionalmente, os elementos de sinalização com características fotoluminescente devem
apresentar os seguintes dados:
a) intensidade luminosa em milicandelas por metro quadrado, a 10 min e 60 min após
remoção da extinção de luz a 22°C +/- 3°C;
b) tempo de atenuação, em minutos, 22°C +/- 3°C;
c) cor durante a excitação, conforme DIN 67510-1; e
d) cor da fotoluminescência, conforme DIN 67510-1.
São Paulo, 22 de março de 2012.
CASSIO ROBERTO ARMANI
Ten Cel PM Chefe
Em ______/_______/________.
De acordo. Publique-se.
REGINALDO CAMPOS REPULHO
Cel PM Comandante

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Ladrões tentam fugir com R$ 70 mil de condomínio e são impedidos por funcionários e moradores

Para entrar, suspeito conseguiu enganar o zelador; dupla entrou em imóveis de comerciantes

Ladrões arrombaram dois apartamentos e pegaram R$ 70 mil em dinheiro nacional e estrangeiro Reprodução/Rede Record

Funcionários e moradores conseguiram imobilizar ladrões que faziam um arrastão em um condomínio de alto padrão na Aclimação, bairro da zona sul de São Paulo. Os bandidos foram impedidos de fugir quando já carregavam mais de R$ 70 mil.

Para entrar no prédio, os ladrões conseguiram enganar o zelador. Um dos bandidos disse que estava hospedado no apartamento de um morador e até tinha a chave. O zelador acreditou e abriu o portão. Os criminosos foram até o sétimo e o oitavo andares e arrombaram dois apartamentos.

Eles pegaram R$ 57 mil, US$ 7.000, além de cédulas do Japão, Coreia e Singapura e algumas joias e bijuterias. Os donos são comerciantes chineses e sul-coreanos que não estavam em casa. Depois que liberou a entrada, o zelador desconfiou da dupla.

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O funcionário, que preferiu não se identificar, passou a observar a movimentação dos dois homens pelas câmeras de segurança. Quando percebeu que eles saíram com objetos na mão, impediu que deixassem o prédio.

— Ficamos na portaria olhando pelos monitores para ver a que horas eles iam descer. Foi quando eles desceram pela entrada de serviço. E embaixo, nós interceptamos eles e não deixamos eles escaparem.

Ao tentar fugir, um dos ladrões levou um choque. Ele encostou na cerca elétrica do condomínio. Um auxiliar de limpeza do prédio e vizinhos ajudaram a imobilizar os dois suspeitos. Depois de reconhecer a falha, o zelador disse que não deixaria os bandidos fugirem.

— Eu estava preparado para qualquer coisa que fosse acontecer. Já estava ciente do que poderia acontecer comigo também. [...] Eu não poderia deixar eles saírem com os percentes.

Os ladrões disseram que pretendiam entrar em um terceiro apartamento. Duas motos e um carro aguardavam pela dupla do lado de fora do edifício.

Assista ao vídeo:

Dois fornecedores da BMW se instalam no Perini Business Park

17 de junho de 2014

O Perini Business Park, maior condomínio empresarial do Brasil, fechou o quinto mês do ano com contratação de 16,3 mil m2 , de um total de 25 mil m2 previstos para o ano todo. O volume de ocupação equivale a 65% da meta de 2014.

Os 11 novos empreendimentos atuam em segmentos como logística, gráfico, serviços, saúde, manutenção e instalação industrial e automobilístico. Duas empresas, a Lear e a Brazul, integram a cadeia de fornecedores da BMW.

O Perini ultrapassou a marca de 140 empresas instaladas de 12 diferentes países: Itália, Alemanha, Estados Unidos, França, Áustria, Bélgica, Coréia, Portugal, Suíça, Espanha, Dinamarca e Bahrein.

De acordo com o presidente do Perini, Marcelo Hack, este resultado é fruto da consolidação do empreendimento. Levantamento realizado pela Consultoria Imobiliária Cushmann & Wakefield mostra que a taxa de espaços vazios em condomínios empresariais (escritórios e galpões), no País, cresceu de 13% para 18% em 2013. O Perini está bem distante disso.

A revista VEJA destaca o condomínio: a burocracia é zero; há serviços integrados aos galpões e despacho alfandegário dentro do complexo.

Fonte Blog do Loetz

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Por acidente em piscina, síndico pode ser processado por condomínio e até preso

QUA, 15 DE JANEIRO DE 2014 16:39 ALMIR RIZZATTO NOTÍCIAS SEGUROS

As tragédias envolvendo crianças que foram sugadas por ralos de piscinas, neste início de ano, trouxeram à tona a questão da segurança em edifícios. De acordo com o advogado Daphnis Citti de Lauro, a responsabilidade por eventuais mortes acaba sendo do síndico, que é o representante legal do condomínio. Pela lei, ele pode ser processado pelo prédio e até detido.

Ao síndico compete, dentre outras atividades, a de diligenciar a conservação das partes comuns, como previsto no artigo 1.348 do Código Civil, inciso V.

“Se não promove a manutenção das partes comuns e deixa de tomar providências obrigatórias, o condomínio arcará com os prejuízos morais e materiais. Posteriormente, proporá ação judicial de ressarcimento contra o síndico”, afirma o especialista em Direito Imobiliário.

Segundo Daphnis de Lauro, neste caso é aplicado o artigo 186 do Código Civil, que diz: “Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito”.

E cabe ainda o artigo 927, do mesmo diploma legal: “Aquele que, por ato ilícito, causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo”.

Mas acidente não se resume a indenização. O Código Penal reza que o resultado é imputável a quem deu causa e explica, no artigo 13, que “considera-se causa a ação ou omissão sem a qual o resultado não teria ocorrido”.

E o artigo 132 do Código Penal prevê pena de detenção a quem expõe “a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”.

O advogado diz que o síndico deve mandar instalar dispositivo contra sucção, verificar se o motor da bomba de sucção tem potência adequada ao tamanho da piscina. “Algumas pessoas, para que a limpeza da água se dê mais rapidamente, instalam motores com potência maior que o recomendado, aumentando o perigo de sucção dos cabelos das crianças.”

Outra precaução é a manutenção dos ralos. Jamais se pode deixar a piscina sem ralos ou com ralos quebrados.

Ainda de acordo com o especialista, muitas vezes os síndicos deixam para a assembleia decidir providências que ele deveria obrigatoriamente tomar, independentemente de discussão dos condôminos.

“Como afirmou a mãe de uma menina que foi vítima desse tipo de acidente, não é fatalidade. É negligência. E, apesar de toda a indenização que porventura vier a ocorrer, dinheiro nenhum pagará o sofrimento dos pais, nem trará a criança de volta”, diz Daphnis de Lauro.

Sobre Daphnis Citti de Lauro

Advogado, formado pela Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie e especialista em Direito Imobiliário, principalmente na área de condomínios e locações. É autor do livro “Condomínios: Conheça seus problemas”, sócio da Advocacia Daphnis Citti de Lauro (desde 1976) e da CITTI Assessoria Imobiliária, que administra condomínios e locações e atua como síndica terceirizada.
Fonte: Segs