PPRA e PCMSO – Condomínios é obrigátorio elaborar esses programas ou não?

No Brasil a legislação do trabalho obriga todas as empresas a elaborarem e implementarem o  Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), além de manterem a guarda do(s) documento(s) base(s) de registro(s) dessas ações durante 20 (vinte) anos.

O PPRA foi estabelecido pela Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalho, do Ministério do Trabalho, por meio da Norma Regulamentadora NR-09, Portaria 3.214/78.

Portanto, em todas as atividades de trabalho onde haja vinculo empregatício, existe a obrigação de implementação do programa, sejam: indústrias; fornecedores de serviços; hotéis; condomínios; drogarias; escolas; supermercados; hospitais; clubes; transportadoras; magazines etc.

Todo condomínio deve ter o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA, bem como o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO, regulamentado pela NR 07. Ambos são obrigatórios, principalmente os residenciais, pois caso sejam fiscalizados poderão sofrer (ou efetivamente sofrerão) multas com valores consideráveis. É importante também possuírem uma documentação de defesa em possíveis ações trabalhistas.

QUAL O OBJETIVO?

Identificar os agentes de risco no ambiente do trabalho e a sua relação com a exposição das pessoas, dando um tratamento apropriado à prevenção, para não causar danos à saúde do trabalhador.

Observa-se que a maioria das pessoas envolvidas em auto-gestão alega que o custo é elevado e, como não existe fiscalização permanente, assumem os riscos.

Observamos pelo noticiário explosões por causa de vazamento de gás. Os condomínios antigos a maioria possui gás de botijão e falta treinamento para uso dos extintores e hidrantes.

Portanto é importante realizar os programas e vistorias periódicas nos prédios antigos para antecipação dos riscos e proposta de medidas de controle imediatas.

» Medicina e Engenharia do Trabalho NRs, PPRA, PCMSO…

 

Prever Saúde
A Prever é uma empresa especializada na prestação de serviços em Medicina e Segurança do Trabalho e tem como principais metas a realização de serviços com eficiência e competência.
Tel:3473-9111
comercial@preversaude.com

Brigada de Incêndio

Brigadas de incêndio: segurança redobrada

 

brigadas de incendio
Em nosso lar a segurança é fator primordial, os cuidados com a vida são extremamente necessários, para que seja mantido um ambiente de bem-estar e credibilidade. Portanto, faz-se necessário, além de equipamentos de prevenção, um contingente qualificado e capacitado a prestar os primeiros atendimentos em uma situação emergencial. Assim, evita-se o caos e minimiza-se os danos pessoais, patrimoniais e materiais.Brigadas de incêndio são grupos de profissionais que desenvolvem as atividades iniciais durante um sinistro, enquanto equipes especializadas não chegam ao local. Os brigadistas devem focar no risco potencial vivenciado em prédios ou condomínios verticais, conhecer o plano de emergência da edificação, participar de exercícios de simulação, entre outras funções.Atualmente, segundo o Código de Segurança Contra Incêndios e Pânico, previsto pela Norma de Procedimento Técnico número 017, pelo menos 80% dos funcionários de um prédio, mais um morador de cada pavimento, devem possuir o curso de brigada de incêndio. Os cursos devem contemplar aulas teórico-práticas, que estimulem a integração entre os participantes, permitindo uma formação adequada com táticas contextualizadas.

Umas das exigências, durante vistorias do Corpo de Bombeiros, é que exista um certificado, comprovando que naquele estabelecimento há um grupo competente de brigadistas, que frequentaram cursos. Também são realizadas perguntas sobre o sistema de proteção contra incêndio existente na edificação.

Empresas especializadas devem ser contatadas para a especialização do condomínio ou edifício.

Atestado Para Ráio – Sistema de Proteção de Descargas Atmosféricas (SPDA)

Atestado de Elétrica Para Raio  - Importancia da Rt

Atestado de Elétrica Para Raio – Importancia da Rt

O corpo de Bombeiros vem intensificando a fiscalização dos sistema de Para Raio  Sistema de Proteção de Descargas Atmosféricas (SPDA)

“Quando os empresários procuram os Bombeiros, eles têm de estar com o sistema de proteção funcionando. Por meio disso, pedimos uma Responsabilidade Técnica (RT), como anotação de responsabilidade técnica e um engenheiro elétrico que afere o sistema e garante que está funcionando”, detalhou o comandante Figueiredo.

O engenheiro eletricista João de Morais concorda sobre a importância da utilização de para-raios, mas advertiu que esses equipamentos não são 100% seguros.

Como exemplo, João de Morais citou o caso da imagem do Cristo Redentor, no Estado do Rio de Janeiro, que mesmo dispondo de um sistema de para-raios de primeira linha produzido por uma empresa italiana, foi alvo de descarga atmosférica.

“O Sistema de Proteção de Descargas Atmosféricas [SPDAs] mais perfeito, mais bem projetado e mais bem instalado e executado, a proteção chega até 98%. Até porque, se você observar, nem sempre o raio cai na vertical”, alertou.

O prazo do Atestado de Para raio é de 1 ano, a cada 12 meses uma empresa especializada em Manutenção ou instalação do sistema SPDA tem que fazer ums inspeção e uma medição ôHmica em todos os pontos de aterramento existentes em seu condominio, junto com esse trabalho a empresa tem que lhe entregar o ART(Atestado de Responsabilidade Tecnica)que tem validade de 1 ano, caso seu sistema de SPDA esteja fora de norma, ou com cabos tortos, passadores soltos ou alguma anormalidade esses itens podem ser trocados tão logo seja detectado o problema, nesse caso é utilizado um aterrometro para medir cada ponto assim podemos saber se esta tudo certo com as hastes de aterramento:

 

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Laudo Técnico - Existem diversas formas de se emitir um laudo técnico, e muitas outras de indeferi-lo. Verifique sempre o conteúdo e se a ART foi recolhida.
Corrosão - Se você está em região sujeita a algum tipo de poluição ou intempéries, exija materiais com melhor tratamento e maior tempo de garantia.
Atenção - Perante o Ministério do Trabalho o cliente pode vir a responder por um acidente caso a empresa não tenha condições de assumir.
Relatório - Exija o relatório de medições ôhmicas desde o momento da instalação até as manutenções, isto irá ajudar muito no controle.
Tecnologia - Os pára-raios e aterramentos elétricos são feitos da mesma forma desde que inventaram a eletricidade, agora com a chegada dos equipamentos eletrônicos, as técnicas de instalações vem sofrendo constantes modificações, nossa empresa está atenta às mudanças seguindo as normas da ABNT.

 

NR 10 – SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE

NR 10 – SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE

Normas Técnica para Elétricas para Condomínios- Atestado Pararaio

Normas Técnica para Elétricas para Condomínios- Atestado Pararaio

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10.1 – OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO
10.1.1 Esta Norma Regulamentadora – NR estabelece os requisitos e condições mínimas objetivando a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade.
10.1.2 Esta NR se aplica às fases de geração, transmissão, distribuição e consumo, incluindo as etapas de projeto, construção, montagem, operação, manutenção das instalações elétricas e quaisquer trabalhos realizados nas suas proximidades, observando-se as normas técnicas oficiais estabelecidas pelos órgãos competentes e, na ausência ou omissão destas, as normas internacionais cabíveis.
10.2 – MEDIDAS DE CONTROLE
10.2.1 Em todas as intervenções em instalações elétricas devem ser adotadas medidas preventivas de controle do risco elétrico e de outros riscos adicionais, mediante técnicas de análise de risco, de forma a garantir a segurança e a saúde no trabalho.
10.2.2 As medidas de controle adotadas devem integrar-se às demais iniciativas da empresa, no âmbito da preservação da segurança, da saúde e do meio ambiente do trabalho.
10.2.3 As empresas estão obrigadas a manter esquemas unifilares atualizados das instalações elétricas dos seus estabelecimentos com as especificações do sistema de aterramento e demais equipamentos e dispositivos de proteção.
10.2.4 Os estabelecimentos com carga instalada superior a 75 kW devem constituir e manter o Prontuário de Instalações Elétricas, contendo, além do disposto no subitem

10.2.3 As empresas estão obrigadas a manter esquemas unifilares atualizados das instalações elétricas dos seus estabelecimentos com as especificações do sistema de aterramento e demais equipamentos e dispositivos de proteção.
10.2.4 Os estabelecimentos com carga instalada superior a 75 kW devem constituir e manter o Prontuário de Instalações Elétricas, contendo, além do disposto no subitem 10.2.3, no mínimo:

a) conjunto de procedimentos e instruções técnicas e administrativas de segurança e saúde, implantadas e relacionadas a esta NR e descrição das medidas de controle existentes;
b) documentação das inspeções e medições do sistema de proteção contra descargas atmosféricas e aterramentos elétricos;
c) especificação dos equipamentos de proteção coletiva e individual e o ferramental, aplicáveis conforme determina esta NR;
d) documentação comprobatória da qualificação, habilitação, capacitação, autorização dos trabalhadores e dos treinamentos realizados;
e) resultados dos testes de isolação elétrica realizados em equipamentos de proteção individual e coletiva;
f) certificações dos equipamentos e materiais elétricos em áreas classificadas;
g) relatório técnico das inspeções atualizadas com recomendações, cronogramas de adequações, contemplando as alíneas de “a” a “f”.
10.2.5 As empresas que operam em instalações ou equipamentos integrantes do sistema elétrico de potência devem constituir prontuário com o conteúdo do item 10.2.4 e acrescentar ao prontuário os documentos a seguir listados:
a) descrição dos procedimentos para emergências;
b) certificações dos equipamentos de proteção coletiva e individual;
10.2.5.1 As empresas que realizam trabalhos em proximidade do Sistema Elétrico de Potência devem constituir
prontuário contemplando as alíneas “a”, “c”, “d” e “e”, do item 10.2.4 e alíneas “a” e “b” do item 10.2.5.
10.2.6 O Prontuário de Instalações Elétricas deve ser organizado e mantido atualizado pelo empregador ou pessoa formalmente designada pela empresa, devendo permanecer à disposição dos trabalhadores envolvidos nas instalações e serviços em eletricidade.

10.2.7 Os documentos técnicos previstos no Prontuário de Instalações Elétricas devem ser elaborados por profissional legalmente habilitado.
10.2.8 – MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA
10.2.8.1 Em todos os serviços executados em instalações elétricas devem ser previstas e adotadas, prioritariamente, medidas de proteção coletiva aplicáveis, mediante procedimentos, às atividades a serem desenvolvidas, de forma a
garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores.
10.2.8.2 As medidas de proteção coletiva compreendem, prioritariamente, a desenergização elétrica conforme estabelece esta NR e, na sua impossibilidade, o emprego de tensão de segurança.
10.2.8.2.1 Na impossibilidade de implementação do estabelecido no subitem 10.2.8.2., devem ser utilizadas outras medidas de proteção coletiva, tais como: isolação das partes vivas, obstáculos, barreiras, sinalização, sistema de seccionamento automático de alimentação, bloqueio do religamento automático.
10.2.8.3 O aterramento das instalações elétricas deve ser executado conforme regulamentação estabelecida pelos órgãos competentes e, na ausência desta, deve atender às Normas Internacionais vigentes.
10.2.9 – MEDIDAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
10.2.9.1 Nos trabalhos em instalações elétricas, quando as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou insuficientes para controlar os riscos, devem ser adotados equipamentos de proteção individual
específicos e adequados às atividades desenvolvidas, em atendimento ao disposto na NR 6.
10.2.9.2 As vestimentas de trabalho devem ser adequadas às atividades, devendo contemplar a condutibilidade, inflamabilidade e influências eletromagnéticas.
10.2.9.3 É vedado o uso de adornos pessoais nos trabalhos com instalações elétricas ou em suas proximidades.
10.3 – SEGURANÇA EM PROJETOS
10.3.1 É obrigatório que os projetos de instalações elétricas especifiquem dispositivos de desligamento de circuitos que possuam recursos para impedimento de reenergização, para sinalização de advertência com indicação da condição operativa.
10.3.2 O projeto elétrico, na medida do possível, deve prever a instalação de dispositivo de seccionamento de ação simultânea, que permita a aplicação de impedimento de reenergização do circuito.
10.3.3 O projeto de instalações elétricas deve considerar o espaço seguro, quanto ao dimensionamento e a localização de seus componentes e as influências externas, quando da operação e da realização de serviços de construção e manutenção.

10.3.3.1 Os circuitos elétricos com finalidades diferentes, tais como: comunicação, sinalização, controle e tração
elétrica devem ser identificados e instalados separadamente, salvo quando o desenvolvimento tecnológico permitir compartilhamento, respeitadas as definições de projetos.
10.3.4 O projeto deve definir a configuração do esquema de aterramento, a obrigatoriedade ou não da interligação entre o condutor neutro e o de proteção e a conexão à terra das partes condutoras não destinadas à condução da eletricidade.
10.3.5 Sempre que for tecnicamente viável e necessário, devem ser projetados dispositivos de seccionamento que incorporem recursos fixos de equipotencialização e aterramento do circuito seccionado.
10.3.6 Todo projeto deve prever condições para a adoção de aterramento temporário.
10.3.7 O projeto das instalações elétricas deve ficar à disposição dos trabalhadores autorizados, das autoridades
competentes e de outras pessoas autorizadas pela empresa e deve ser mantido atualizado.
10.3.8 O projeto elétrico deve atender ao que dispõem as Normas Regulamentadoras de Saúde e Segurança no 3
Trabalho, as regulamentações técnicas oficiais estabelecidas, e ser assinado por profissional legalmente habilitado.
10.3.9 O memorial descritivo do projeto deve conter, no mínimo, os seguintes itens de segurança:
a) especificação das características relativas à proteção contra choques elétricos, queimaduras e outros riscos adicionais;
b) indicação de posição dos dispositivos de manobra dos circuitos elétricos: (Verde – “D”, desligado e Vermelho -
“L”, ligado);
c) descrição do sistema de identificação de circuitos elétricos e equipamentos, incluindo dispositivos de manobra,de controle, de proteção, de intertravamento, dos condutores e os próprios equipamentos e estruturas, definindo como tais indicações devem ser aplicadas fisicamente nos componentes das instalações;
d) recomendações de restrições e advertências quanto ao acesso de pessoas aos componentes

 

 

Atestado ParaRaio – Elétrica Nr 10

Inspeção dos pára-raios

Inspeção dos pára-raios

O Brasil é um dos países com maior incidência de raios no mundo, cerca de 70 milhões de ocorrências por ano, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). A intensidade é maior no período de chuvas, por isso, é importante saber como se proteger desse risco.

Melhores Empresas de Treinamento Brigada Incêndio Cipa, PPRa para Condomínios

Melhores Empresas de Treinamento Brigada Incêndio Cipa, PPRa para Condomínios

O topo dos prédios, que nem sempre recebe a atenção necessária, é uma área que necessita de cuidado especial, sendo o pára-raio, ou Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA), um de seus principais equipamentos. 

Saiba porque é importante a instalação de um e como deve ser feita a manutenção.


Riscos

Quando um raio atinge um edifício protegido, a descarga elétrica percorre o pará-raio, atinge o sistema de cabos e segue até atingir o solo. Sem a proteção, ou com projeto inadequado, o raio pode danificar a estrutura do edifício e percorrer as instalações elétricas. A falha do SPDA também põe em risco os condôminos que estiverem circulando pelas dependências do condomínio no momento da queda do raio.

Deve-se atentar também para a questão do seguro do prédio. Um sistema inadequado de SPDA pode gerar problemas na hora de receber a cobertura da seguradora.

Outro ponto importante é quanto à instalação de antenas de TV por assinatura. Embora, normalmente, os condôminos utilizem antenas coletivas, um ou outro pode fechar com alguma operadora. Quando isso ocorre, os técnicos da empresa geralmente optam por instalar a antena no topo do prédio. Isso precisa de acompanhamento do síndico, pois esta antena precisa estar aterrada, conectada ao sistema de pára-raio. O síndico deve verificar também se estão fazendo uma base para fixação da antena, furar a laje, nem pensar! Pode gerar problemas, como infiltrações.

Instalação

  • Todos os prédios novos vêm com SPDA instalado. Mesmo entre edificações mais antigas, é difícil encontrar alguma que não tenha o sistema instalado.
  • Mesmo nos dias de hoje, com todas as informações disponíveis, é muito comum encontrar instalações falhas.
  • Se o condomínio possui o sistema, mas não sabe se está dentro das normas, deve se executar uma vistoria técnica, feita por um engenheiro eletricista, e projetar um novo sistema, quando necessário, de acordo com a norma NBR-5419/ 01 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
  • Quando o SPDA é instalado, o condomínio deve receber a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), emitida pelo engenheiro responsável, o projeto do sistema e um relatório técnico da instalação. A ART é renovada anualmente, a cada manutenção.
  • O equipamento instalado capta a descarga elétrica e conduz, de forma segura, até a terra.
  • A instalação de um sistema de pára-raios pode levar de dois a três dias.
  • O SPDA protege a estrutura do edifício contra as descargas elétricas, bem como as pessoas que circulam pelo condomínio no momento da queda de raios. Aparelhos eletrônicos não são protegidos pelo sistema de pára-raios, mesmo porque, quando esses equipamentos sofrem danos, normalmente, a descarga elétrica vem pelas linhas de transmissão.
  • A instalação deve seguir rigorosamente as instruções da NBR – 5419.  Há casos de condomínios que utilizam os rufos como condutor. Entretanto, os rufos são seccionados a cada dois metros e não têm condução permanente. Desta forma, a descarga elétrica não será conduzida corretamente.
  • Alguns condomínios também aproveitam as barras de aço da estrutura do prédio como “descidas” para conduzir a descarga elétrica.  Entretanto, esta opção só pode ser usada se especificada no projeto estrutural.


Tipos

A NBR – 5419 prevê dois tipos de sistemas de pára-raios, o Franklin e a Gaiola de Faraday. Para proteção adequada, no caso de prédios com mais de 20 metros de altura, recomenda-se a instalação dos dois sistemas, que trabalharão conjuntamente na proteção do condomínio. Veja a diferença entre os dois:

  • Gaiola de Faraday: composto de seis partes principais – captor do tipo Terminal aéreo, cabo de cobre, suportes isoladores, tubo de proteção, malha de aterramento e conector de medição. Esse sistema envolve todo o perímetro do prédio. O cabeamento é fechado e é posto um captor a cada cinco metros.
  • Franklin: utiliza-se captor tipo Franklin, ou seja, em forma tridente, poste metálico (a ser instalado no ponto mais alto do prédio), cabo de cobre, caixa de inspeção, haste copperweld e conector cabo/haste. Aqui, a captação da descarga é feita pelo mastro.
  • O custo médio para instalação dos dois sistemas, como é recomendado, fica em torno de R$ 2.000,00, já com a avaliação técnica do engenheiro, mas esse valor pode variar, chegando a R$ 4 mil.


Manutenção

Depois de instalado, o pára-raio deve ser checado anualmente, sendo vistoriado por empresa especializada em medição ôhmica (resistência de aterramento) para verificação das condições gerais do sistema. Através da medição ôhmica, o técnico avalia se a descarga está ocorrendo corretamente. Veja outros pontos importantes:

  • A vistoria avalia as condições das hastes, se estão esticadas ou não, e se os isoladores estão bem fixados à estrutura.
  • O mastro do pára-raio possui a luz piloto, que identifica a altura do prédio. Ela precisa de manutenção, a lâmpada pode queimar.
  • A caixa d’água também precisa estar aterrada, pois pode atrair raios.
  • Quando é feito o trabalho de manutenção, faz-se também uma limpeza no cabeamento e nos captores. Troca de captores só em casos isolados, como de quebra.
  • O custo de uma manutenção gira, atualmente, em torno de R$ 250,00, já incluindo o atestado técnico feito por um engenheiro especializado.
  • Importante: O atestado deve ser conclusivo. Ou seja, se houver informação de que há necessidade de obras, você terá recebido um relatório técnico e não um atestado de conformidade.


Seguro

As seguradoras normalmente cobrem os danos causados por raios, mesmo quando há problema no SPDA, entretanto, a falta de manutenção e o ART informando que o sistema está fora das normas, podem causar problemas. As empresas podem argumentar que os danos ocorreram pela falta de cuidados, o que complica e prolonga o processo de indenização.

Empresas Especializadas em Atestados de Para-raio Condomínos

 

SP: bombeiros controlam incêndio em prédio comercial

03 de julho de 2014 • 02h54 • atualizado às 05h31

Segundo o Corpo de Bombeiros, fogo foi controlado por volta de 1h45 desta quinta-feira

Até a noite, não havia informação sobre o que teria causado as chamas

Foto: Alan Morici / Terra

O incêndio que atingiu um prédio comercial na tarde desta quarta-feira, em Santo Amaro, zona sul de São Paulo, foi controlado pelo Corpo de Bombeiros à 1h45 desta quinta-feira, de acordo com a corporação. Segundo os bombeiros, mesmo após controlar o incêndio, 18 viaturas seguiam no local, na fase de rescaldo, por volta de 5h30.

O fogo começou por volta das 16h45, na rua Senador Dantas. Quarenta e uma viaturas e pelo menos 160 bombeiros foram enviados ao local para combater as chamas.

SP: incêndio de grandes proporções atinge prédio comercialClique no link para iniciar o vídeo

SP: incêndio de grandes proporções atinge prédio comercial

De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), em função da ocorrência, a alameda Santo Amaro, sentido único, próximo à rua Paulo Eiró, foi interditada. O local do incêndio fica próximo ao Largo 13.

Por meio de nota, a empresa Armarinhos Fernando, dona do depósito e da loja, informou que, devido à atuação rápida de sua equipe, “todos os funcionários e consumidores foram retirados com segurança” do local. “A Armarinhos Fernando está no aguardo de um parecer da perícia para identificar a causa do incêndio”, diz a nota.

Placas de Sinalização Rota de Fuga

Placas Sinalização Extintores Hidrante

 

 

Raio atinge prédio e destrói parte da estrutura em Praia Grande, SP

Quina da fachada de prédio ficou danificada após ser atingida por raio.

Temporal ocorreu na Baixada Santista por volta das 5h de domingo (12).

Raio atingiu prédio, danificando estrutura em Praia Grande (Foto: Rogério Soares / A Tribuna de Santos)Raio atingiu prédio, danificando estrutura em Praia Grande (Foto: Rogério Soares/A Tribuna de Santos)

A quina da fachada de um prédio em Praia Grande, no litoral de São Paulo, ficou danificada após ter sido atingida por um raio durante um temporal na manhã de domingo (12). O edifício não tinha para-raios, e moradores acabaram tendo seus eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos afetados após a descarga elétrica cair sobre a estrutura do prédio.

O temporal ocorreu nas cidades da Baixada Santista por volta das 5h de domingo. Várias ruas ficaram alagadas, mas nenhuma ocorrência grave foi registrada pelo Corpo de Bombeiros. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o fenômeno é comum durante o verão, quando os dias são marcados por calor intenso e tempestades. Nesse último temporal, foram registrados cerca de 40 raios, uma quantidade considerada regular, de acordo com o Inpe

Fonte: G1