Prédios da capital paulista já adotam rodízio de água
Fabio Leite – O Estado de S. PauloSÃO PAULO – Os cortes noturnos no abastecimento público e a busca por maior economia de água levaram condomínios de São Paulo a adotar racionamento declarado. Síndicos de prédios na capital paulista já estão fechando o registro geral dos edifícios durante parte do dia com medo de que falte água nos horários de pico de consumo, como no início da manhã e da noite.

A aposentada Ivete Alves Jean, de 65 anos, síndica de um prédio com 98 apartamentos na Vila Carrão, na zona leste, diz que raciona água nos dias em que o abastecimento demora a voltar. “Há um mês a gente tem sentido essa redução da água. Desligam às 22 horas e só volta às 9 horas. Quando a gente percebe que demora mais para voltar e o nível da caixa já está muito baixo, comunica os moradores e fecha a água para economizar”, afirma Ivete.

 

Prédios da capital paulista já adotam rodízio de água
Iniciativa. O síndico Décio Dalla Martha começou a desligar a água do prédio entre 14h30 e 17 horas
Nilton Fukuda/Estadão

 

Ela diz que, desde o anúncio da crise hídrica paulista, em fevereiro, tem reduzido o gasto com água do condomínio, mas a economia alcançada pelos moradores ainda não chegou aos 20% que garantem o desconto de 30% na conta da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

Ivete reduziu a rega do jardim, a lavagem das áreas sociais e até recomendou aos moradores que evitassem dar mergulhos na piscina para que a água fosse perdida e tivesse de ser reposta. “Não vai ter jeito. Semana que vem tem assembleia e vou propor fechar a piscina. O desperdício é muito grande.”

Moradora do prédio de Ivete, a aposentada Janete Lameirinha, de 79 anos, aprova a iniciativa. “Tem de ser desse jeito porque a gente vê que a situação só está piorando”, disse. “Como eles avisaram antes (sobre o racionamento), enchi dois baldes e uma jarra caso necessário e não tive problema”, completou Janete.

Síndico de um prédio em Perdizes, na zona oeste, o aposentado Décio Dalla Martha, de 79 anos, começou nesta semana a desligar a água do prédio entre 14h30 e 17 horas, após colocar um aviso no corredor. “Estamos numa campanha para economizar água, não é? Ninguém foi pego de surpresa. O objetivo é colaborar mais. Acho que isso ajuda a conscientizar mais as pessoas”, afirmou o síndico. Segundo ele, a economia de água, que já atingiu a meta do bônus da Sabesp, caiu um pouco no último mês. “Vamos ver se volta ao patamar anterior com o racionamento.”

Para o vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do sindicato da habitação de São Paulo (Secovi-SP), Hubert Gebara, a eficácia do racionamento nos prédios residenciais depende do padrão de comportamento de cada condomínio. “Não há nenhum impedimento legal. O síndico só não pode fazer isso unilateralmente. Tem de convocar uma assembleia, expor a situação e aprovar a medida por maioria”, disse Gebara. Ele é favorável a outras medidas para redução de consumo em prédios, como a instalação de hidrômetros individualizados. “Isso pode reduzir em até 35% a conta de água.”

Questionada sobre o racionamento feito por condomínios, a Sabesp informou, em nota, que “toda iniciativa positiva e racional de economia de água é importante para ajudar a aliviar a demanda dos principais mananciais afetados pela falta de chuva”. A companhia nega que haja racionamento nas 364 cidades onde opera e diz que a prática na rede de distribuição prejudica os mais pobres e pode danificar as tubulações.

Fonte: Estadao.com.br

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Economia de água em condomínios aumenta

04/07/2014 06:45

Adesão dos conjuntos residenciais saltou de 11% para 60% depois das ações da Sabesp

Sabesp faz ação de conscientização nos consdomínios / Monica Alves / Diário SP

 

Por: Diário de S. Paulo

Termina hoje a ação especial realizada pela Sabesp nos condomínios da região Metropolitana de São Paulo. As atividades desenvolvidas pela empresa visaram aumentar a adesão dos conjuntos residenciais ao plano de economia de água.

Por conta do baixo volume do reservatório do Sistema Cantareira, em decorrência da forte seca no estado nos últimos meses, a Sabesp lançou no mês de fevereiro deste ano o projeto que beneficia com um bônus quem economiza água. O desconto é de  30% no valor da conta, para quem economizar 20% da média de consumo de fevereiro de 2013 a janeiro de 2014. No entanto, diferente das casas, comércios e indústrias, os condomínios residenciais apresentaram uma baixa adesão ao programa.

“Idealizamos esta ação especial nos conjuntos para aumentar esta participação dos locais na redução no uso da água”, explica a gerente de relacionamento com o cliente da Sabesp, Samanta de Oliveira. Segundo ela, “no início da ação, apenas 11% dos condomínios haviam aderido ao bônus, agora, cerca de três meses depois que iniciamos um contato mais direto com eles, 60% dos conjuntos residenciais já conseguiram apresentar ao menos um pouco de redução no uso da água”.

A gerente da Sabesp explica ainda que entre as diversas atividades que foram realizadas, a Sabesp fez um treinamento com os zeladores, para ensinar como identificar possíveis vazamentos de água; com sindicos, para reforçar a importância ambiental de se reduzir o desperdício e a campanha porta a porta, com a distribuição de material informativo para os moradores.

Ação atinge quase 8 milhões de pessoas 

Foram quase 2,7 milhões de cadernos entregues durante esta ação de conscientização, em 18 mil condomínios, com mais de 8 milhões de pessoas atingidas pelas atividades desenvolvidas pela Sabesp. O projeto envolveu 180 pessoas na distribuição dos informativos.

Fonte: Diario de Sp

Sabesp planeja futuras ações 

De acordo com a empresa de saneamento estadual, houve uma preocupação em cadastrar as informações dessas visitas, para fazer um acompanhamento e poder avaliar e planejar novas ondas dessa ação de conscientização para o futuro.

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Redução do custo para o condômino com poços artesianos é uma realidade

POÇO ARTESIANO RESSURGE PARA SUPRIR FALTA D’ÁGUA

Com a escassez de chuvas em São Paulo e baixa nos reservatórios, condomínios apareceram como vilões de consumo de água, por isso, buscar alternativas para reduzir o consumo está no topo das pautas dos gestores e, para alcançar o objetivo, além da conscientização dos moradores, a saída pode passar por captação de água por poços artesianos ou mina de água.

Marcelo Mahtuk, diretor executivo da Manager Administração de Condomínios, declara que “há mais de 20 anos oferecemos aos nossos clientes a possibilidade de abastecimento de água por poço artesiano ou mina de água, já que permite autonomia e economia significativa na planilha de gastos do condomínio. Para isso, oferecemos o estudo de viabilidade aos condomínios e, após identificar a disponibilidade de captação de água apropriada para consumo, o tempo de execução das obras é de, aproximadamente, 20 dias”.

Para adotar um poço, além da perfuração, o condomínio precisa de uma estrutura com reservatórios, filtros e tanques, de acordo com as normas da ABNT, autorização para a perfuração e de licença de uso.

Ainda assim, como a água é um bem precioso e esgotável é importante que o trabalho de conscientização seja permanente. “A redução do custo para o condômino com poços artesianos é uma realidade, mas não significa um sinal verde para o desperdício”, alerta Mahtuk.

Nos condomínios administrados pela Manager a economia do consumo de água também passa por algumas medidas de readequação dos serviços nas áreas comuns, além da conscientização dos moradores. Entre as medidas estão: maior controle de vazamentos, apenas varrição das áreas comuns, troca de água da piscina na limpeza de filtro e mudança no horário e redução do número de vezes da rega das áreas verdes.

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Sabesp lança aplicativo para estimular economia de água

10/6/2014 às 10h54

Calculadora dos Sonhos ajuda consumidores a realizarem desejos controlando consumo de água

Do R7

Sabesp quer incentivar economia de água com aplicativo Luís Moura/07.05.2014/Estadão Conteúdo

A Sabesp lançou uma ferramenta online para incentivar o controle do consumo de água. Chamado de “Calculadora dos sonhos”, o aplicativo pode ser acessado no próprio browser e tem o objetivo de incentivar a economia de água em condomínios e residênciais.

Para usar a ferramenta online, os usuários devem fazer um cadastro informando os dados do imóvel. O cliente então tem acesso a um sistema que dá orientações e informa maneiras de atingir o desconto na conta de água e transformar o dinheiro poupado em oportunidades.

Aplicativos ajudam usuários a economizar água e evitar racionamento

De acordo com a Sabesp, apesar da forte adesão do público à campanha de economia, os condomínios residenciais são os que menos aderiram e são o foco da Calculadora dos Sonhos. Os usuários podem cadastrar sonhos ou objetivos a serem alcançados. Eles podem ser, por exemplo, uma quadra poliesportiva, uma academia, a pintura dos prédios e outros itens da lista de desejos dos moradores. Com a leitura da conta, a ferramenta mostra se há economia de água e em quantos meses será possível realizar o sonho.

A Sabesp informa que reforçou o trabalho de conscientização nos condomínios com a distribuição de materiais educativos e instituiu a calculadora como suporte e acompanhamento.

Para fazer o cadastro é preciso ter em mãos uma conta de água e o número do RGI (Registro Geral do Imóvel) para fazer a leitura do medidor periodicamente e acompanhar a evolução das metas.

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Sabesp realiza ação em condomínios

Orlando Filho/DGABC

Em plena crise hídrica, a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) promoveu ontem ação de conscientização de moradores de condomínios sobre a importância de economizar água. A campanha Voluntários Guardiões da Água contou com 2.000 colaboradores da empresa, que saíram pelas ruas da Região Metropolitana, incluindo o Grande ABC, para incentivar o consumo consciente. Na região, a ação contou com 210 funcionários atuando nas cidades de São Bernardo, Diadema, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra. Deste total, 170 pessoas foram destacadas somente para percorrer os condomínios.

Em São Bernardo, duplas de voluntários passaram por 650 conjuntos. O síndico ou zelador do prédio era procurado para a distribuição de cartazes informativos, com dicas para economizar e um relatório sobre o gasto de água no último mês.

Conforme o superintendente da unidade de negócios Sul da Sabesp, Roberval Tavares de Souza, os condomínios foram a categoria que menos economizou desde o início do desconto em conta de água para os moradores do Grande ABC, em abril. “Total de 79% dos clientes reduziram o consumo de água e 21% não reduziram nada ou aumentaram. Na região temos 1.700 condomínios, sendo que a maioria não economizou. Acabamos tendo dificuldade com esse tipo de moradia, porque a conta não é individualizada.”

A síndica Silvia Regina Gomes, 49, participou da ação e já começou a fazer mudanças. “Coloquei avisos sobre economia de água nos elevadores, conversei com a faxineira para não lavar a área comum com mangueira e uma equipe passou nos apartamentos para ver se há vazamentos.”

“Como síndico sei a dificuldade de economizar em prédios. Conscientizar cada morador é complicado. Então é muito boa essa iniciativa de mandar equipes nesses locais para conversar com a gente”, destaca o síndico de outro edifício da cidade Claudio Nocetti, 72.

Além dos prédios, os colaboradores visitaram ainda três escolas de São Bernardo, uma de Diadema e uma de Ribeirão Pires, além do Poupatempo e do Terminal Ferrazópolis, ambos em São Bernardo.

CALCULADORA

Durante a ação, a Sabesp lançou o Programa Calculadora de Sonhos, ferramenta da internet (www.calculadoradesonhos.sabesp.com.br) onde o cliente calcula quanto dinheiro pode poupar com a economia de água. O responsável pelo condomínio ou residência coloca informações como o número do RGI (Registro Geral do Imóvel) e a leitura do hidrômetro impressa na conta. A partir daí é feito cálculo para ver se haverá desconto e em quanto tempo um sonho poderá ser realizado.

“Um exemplo é se os moradores querem uma churrasqueira para o prédio, é só juntos economizarem uma boa quantia no gasto de água”, explica a funcionária da Sabesp Nercy Bonato.

Volume útil de represas do Cantareira chega a zero

Responsáveis por 80% da capacidade máxima do Sistema Cantareira, as represas Jaguari-Jacareí, na região de Bragança Paulista, atingiram ontem o limite mínimo de captação de água por gravidade pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), ou seja, 0% do volume útil armazenado. Isso significa que, a partir de agora, a retirada de água dos dois principais reservatórios do Cantareira só pode ser feita por bombeamento do volume morto, represado abaixo do nível das comportas. A operação, ao custo de cerca de R$ 80 milhões, começou no dia 15 de maio.

As represas Jaguari-Jacareí possuem 104,3 bilhões de litros de reserva profunda. Consideradas o ‘coração’ do Cantareira, têm capacidade total para 1,04 trilhão de litros, dos quais 808 bilhões ficavam acima do nível das comportas e acabaram com a crise.

O Cantareira possui hoje 240,9 bilhões de litros, já considerando o volume morto e a quantidade de água que resta nos outros três reservatórios do sistema: Cachoeira, em Atibaia, Atibainha, em Nazaré Paulista, e Paiva Castro, em Mairiporã.

O volume disponível hoje representa 24,6% da capacidade do Cantareira. Na estimativa mais pessimista da Sabesp, a reserva pode acabar no dia 27 de outubro, um dia após o segundo turno da eleição. Sem considerar o volume morto, o nível atual estaria em 6%.(do Estadão Conteúdo)

Faz uma semana que meu prédio entrou em esquema de rodízio

Condomínio na zona oeste de SP recebe água apenas duas horas por dia: uma de manhã e outra à noite; torneiras estão secas

18 de maio de 2014 | 2h 03

O Estado de S.Paulo

“Primeiro veio o aviso: ‘Caros condôminos, nosso abastecimento está irregular, precisamos economizar água. Quem for pego lavando janela ou sacada será multado’. No dia seguinte, torneiras secas. Todas: banheiros, cozinha, lavanderia. Nada no chuveiro. Poeira.

 

Liga para o porteiro: ‘A água só vai voltar à noite, senhora’. Como? ‘Sim, só à noite e durante uma horinha só, melhor aproveitar’. Mas aproveitar como, se eu fico fora de casa o dia inteiro?

Não imaginei que teria esse diálogo surreal com o meu porteiro tão rápido. Ontem fez uma semana que o meu prédio entrou em esquema de rodízio. Só recebemos água duas horas por dia: uma de manhã e outra à noite. Não moro em bairro alto nem distante do centro, como os mostrados na reportagem que acompanha este depoimento – são 11 km da minha casa, na zona oeste de São Paulo, até a Praça da Sé.

Mesmo assim, as torneiras do condomínio, onde moram cerca de 1 mil pessoas, estão secas. Os banhos, antes de manhã, agora são de madrugada, quando chego do trabalho e, com sorte, pego a caixa ainda abastecida (deu certo até agora). Lavar o rosto? Água termal. Escovar os dentes? Mineral. E dá-lhe xampu seco (uma boa e relativamente desconhecida invenção da indústria cosmética) no cabelo. Ainda não pensei como vou fazer com a roupa suja. Lavar de madrugada? Na lavanderia? A ver.

Não, não estou armazenando água nem penso em fazer isso, por não ter espaço em casa e não achar que vá resolver o problema. E ainda tem a multa. A conta de água não é individualizada. Por isso, se o condomínio como um todo não economizar, ainda vamos ser penalizados. Os vizinhos não estão muito felizes…

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) nega o racionamento e diz que, “por causa de manobras técnicas operacionais para a transferência de vazões dos Sistemas Guarapiranga e Alto Tietê para atendimento de alguns bairros, atualmente abastecidos pelo Sistema Cantareira, podem ocorrer eventuais momentos de desabastecimento, especialmente nos pontos altos”. Justificativa parecida foi dada para outras pessoas que moram em regiões diferentes da cidade.

E não há previsão de que essa situação vá mudar tão cedo, nem mesmo com o uso do “volume morto” – iniciado na quinta -, previsto para chegar às torneiras de 8 milhões de consumidores a partir de hoje.

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Condomínios adotam medidas para incentivar economia de água

Prédios estabelecem racionamento próprio para evitar desperdício.

Atitudes colaboraram para descontos em conta de água.

Do G1

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Para incentivar a economia de água, condomínios de prédios em Guarulhos, na Grande São Paulo, adotaram medidas de conscientização entre os moradores. Ações como alertas sobre racionamento contribuíram para que apartamentos recebessem descontos na conta de água.

Sob racionamento da prefeitura, um condomínio no bairro Macedo criou um sistema para alertar os moradores sobre a necessidade da economia de água. Todos os duas, o zelador Isaac Moreira coloca papéis coloridos na entrada dos blocos. “A gente coloca o papel azul quando tem água da rua e o vermelho quando não tem. Os moradores já estão cientes disso”, conta Moreira. A ideia contribuiu para que 80% dos apartamentos conseguissem descontos na conta de água.

Na mesma rua, outro prédio adotou um rodízio por conta própria. São seis prédios, o que totaliza 500 apartamentos, com relógios individuais. A cada dia da semana o registro de uma torre é fechado das 9h às 18h. “Na sexta-feira eu me programo. Levanto cedo, deixo tudo arrumadinho, toma um banho, aguinha dos gatos, louça limpa, um almoço pronto, um lanche. Nada assim com muito sacrifício”, explica a professora Vera Lúcia de Lucca.

Nas áreas comuns do edifício é proibido usar água para a limpeza e as plantas são regadas a cada três dias. Todas as medidas foram decididas em assembleia e a maioria dos moradores concordou com o rodício. “A economia, num primeiro momento, é de 10% de água. Ainda é pequena. Mas mais do que isso, a gente está tentando conscientizar os moradores sobre a necessidade de tomar atitudes”, avalia o jornalista Ernesto Zanon.

Fonte: G1

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1. O que é medição individualizada de água?

É uma forma de medir e apropriar individualmente, para cada unidade autônoma, o consumo de água em todos os tipos de condomínios existentes, sejam  estes residenciais, comerciais, verticais ou horizontais.

Em grande parte dos condomínios  existentes a companhia de abastecimento fornece  água somente por meio de um medidor único para o condomínio e, normalmente, as administradoras fazem o rateio do consumo de água pelo critério de fração ideal de cada apartamento.

Desta forma, cria-se uma injustiça, já que, por mais que alguém faça economia, esta não chega diretamente à pessoa,  pois a conta  acaba dividida por todos  igualmente. Da mesma maneira, aqueles que são grandes consumidores dividem seus custos com os outros. Se com a energia elétrica cada um é responsável pelo seu consumo, por que não pelo consumo de água?

Todos nós devemos ter a consciência de que a água é um bem da natureza e que tem sido tratada como se fosse infinita. Temos que ter a responsabilidade de preservá-la, porque não existe vida sem água.

O consumo de água está ligado ao número de moradores e hábitos de cada pessoa ou família. Estudos de casos reais nos mostram que, se analisarmos a média de consumo de um edifício de médio padrão em São Paulo, a variação de consumo pode ser algo como 16 m³ para um casal econômico e que viaja alguns finais de semana por mês, comparado a 57m³ para uma família de 4 pessoas, mas que recebem muitos convidados e lavam roupa de 3 a 4 vezes por semana.

Em prédios antigos, considerados como não-preparados, a distribuição de água geralmente ocorre em diversos pontos do apartamento, nas chamadas prumadas, instaladas no interior das paredes, o que dificulta o acesso. Nesses prédios, a instalação ocorre em 1 hora e 20 minutos.

Providencia-se o acesso à tubulação de abastecimento de água, por meio de um pequeno corte na parede (15cm x 30cm), corta-se e esgota-se a água da tubulação para inserção do medidor e demais conexões necessárias. Depois instala-se o rádio sobre o medidor e acopla-se a tampa do abrigo.

Hidrômetro (Medidor de Água)

Fonte: Techem.com.br

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Condomínios de São Paulo não conseguem reduzir consumo de água

Tags: Administração condomínios, Síndico, Prédios, Portal Síndico.com, Medidor agua

  • Enquanto a maioria da população economizou, os condomínios estão na faixa dos 24% que não conseguiram poupar nos últimos três meses.

    economia de agua

    A partir desta quinta-feira (1), a Empresa de Abastecimento de São Paulo, a Sabesp, vai precisar reduzir em 10% a quantidade de água que retira do sistema Cantareira. A determinação é da Agência Nacional de Águas e do Departamento de Águas e Energia Elétrica do Governo Estadual.

    O objetivo é evitar um colapso do sistema, que está nesta quarta-feira (30) com 10,7% da capacidade – o menor nível já registrado.

    Mesmo assim, na Região Metropolitana de São Paulo, muita gente continua não economizando.

    Como virar o jogo? Os responsáveis pelos condomínios querem deixar de ser os vilões do desperdício de água em São Paulo.

    Em uma reunião, nesta quarta-feira (30), com representantes da companhia de abastecimento, eles receberam a notícia de que, enquanto a maioria da população economizou, os condomínios estão na faixa dos 24% dos consumidores que não conseguiram poupar nos últimos três meses.

    “Parece que isso se relaciona ao fato de que o condômino não sabe exatamente qual atitude prática ele deve adotar”, comenta Rubens Carmo Dias, presidente da AABIC.

    Em um prédio o síndico até tenta ensinar. Cola cartazes, manda e-mails para os moradores, fala pessoalmente. Mas onde todos dividem uma única conta, fica impossível saber quem desperdiça. Na Grande São Paulo dos 32 mil condomínios, 85% não tem cobrança individualizada.

    “Mas acho que não existe esse tipo de conta individual de água, não é?”, questiona Luís Basso, cirurgião plástico.

    Existe sim. E já há leis que determinam isso. Em Brasília, desde 2005. Em Porto Alegre, desde 2009. No Rio de Janeiro, desde 2011. E esta determinação pode valer para todo o país se o projeto de lei aprovado em 2008 pela Câmara, passar também no Senado.

    O preço da obra é o que mais assusta o morador. O valor varia conforme a idade e a planta do prédio. De maneira geral, em edifícios antigos é preciso desativar a tubulação velha e implantar todo um sistema novo de distribuição de água.

    Em um prédio as obras duraram quase um ano e custaram R$ 3,5 mil por apartamento. Depois que cada morador descobriu exatamente o quanto gasta, e passou a pagar por isso, o consumo caiu pela metade.

    “Agora ficou mais justo o custo da agua. Eu pago o que eu consumo. Se tem um vazamento ou qualquer coisa e essa conta vem um pouco mais alta eu já descubro e já sei que tem algum vazamento”, aponta o síndico Lorival Verilo.

  • Fonte : Globo.com
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Medida visa principalmente condomínios que aumentaram o consumo. Para órgãos de defesa do consumidor e OAB, cobrança é ilegal.

22/04/2014 20h48 - Atualizado em 22/04/2014 20h48

Consumidor que gastar mais água pagará tarifa extra em junho em SP

Do G1 São Paulo

Vista da Represa Jaguari, na cidade de   Vargem, no interior de São Paulo, onde   o índice que mede o volume de água   armazenado no Sistema Cantareira   registrou 11,96% da capacidade total   dos seus reservatórios, nesta quinta-feira (10) (Foto: Denny Cesare/Código19/Estadão Conteúdo)Vista da Represa Jaguari do Sistema Cantareira (Foto: Denny Cesare/Código19/Estadão Conteúdo)

sindico

O governo de São Paulo confirmou nesta terça-feira (22) que o consumidor  que gastar acima da média no mês de maio vai ter que pagar uma tarifa extra na conta de junho, informou o SPTV. Esta é uma das medidas anunciadas para conter o consumo de água. O nível do Sistema Cantareira chegou nesta terça-feira a 11,9%.

O governo, no entanto, evita falar em multa. A medida vale para todos os clientes da Sabesp, mas o alvo principal são os prédios residenciais. Com a campanha de bônus para quem economizasse água, a maioria dos consumidores reduziu o consumo, mas 24% gastaram mais que o previsto. Segundo a Sabesp, este grupo é formado principalmente por condomínios.

“Suponha um prédio de apartamentos cuja conta normal seja mil reais. Se os condomínios consumirem acima da média do consumo do ano de 2013, a conta vai vir R$ 1,3 mil. Passou a média, tem esse acréscimo tarifário de 30%”, explicou Dilma Pena, presidente da Sabesp.

Segundo o secretário estadual de Recursos Hídricos, Mauro Arce, ressaltou que alguns casos de aumento no consumo poderão ser analisados. “Se tiver uma boa justificativa, como aumento da família, por exemplo; fábrica de ovos de Páscoa que teve que aumentar sua produção… Mesmo recebendo a fatura, mesmo se a fatura for paga por débito automático, é só vir aqui na Sabesp e explicada a situação a gente vai relevar sem dúvida nenhuma”, disse o secretário.

Em Franca, no interior de São Paulo, o governador Geraldo Alckmin disse que a cobrança está amparada pela Lei Federal de Saneamento Básico. “Da mesma maneira que você pode fazer uma redução tributária, você também pode fazer o acréscimo. Nós não queremos arrecadar nada. Nós queremos é que não haja desperdício, que haja o uso racional da água e eu tenho certeza de que todos vão colaborar”, afirmou.

Órgãos de defesa do consumidor e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), por outro lado, afirmam que a cobrança é ilegal. “A gente não pode dizer que é uma cobrança com justa causa, está certo? Que seria essa a possibilidade que a lei dá às autoridades, mas não é justa causa. Porque muitos investimentos que o governo precisaria ter feito há muitos anos para evitar essa crise no abastecimento não foram feitos”, esclareceu Carlos Thadeu de Oliveira, gerente técnico do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor.

Especialista em Direito Constitucional da OAB, o advogado Dirceu Ramos considera que, neste caso, o consumidor não pode ser penalizado. “Eu acho que o Estado não pode nem deve multar, porque a responsabilidade, primeiro, é dele. Em segundo lugar, deveria haver uma previsão legal da multa para que ele pudesse cobrar”.

Outra medida, segundo o governo, para minimizar os problemas de abastecimento é o uso da água do Rio Grande, que faz parte do Sistema Billings, para abastecer bairros que recebiam água do Cantareira. A obra já começou, mas só vai ficar pronta em setembro